Possibilidades do Vasco não animam

Candidatos a presidência parecem não trazer novidades

Por O Dia

Rio - A campanha do Vasco na Série B é bem abaixo do esperado, mantendo-se no G-4 aos trancos e barrancos. Mesmo que fique entre os quatro, como tudo indica, o clube não criou estrutura interna e nem elenco no futebol capaz de prometer melhores campanhas em 2015. Com o time atual, não se pode esperar nada de bom nos próximos tempos. É fundamental uma reformulação. Roberto derrotou Eurico e sua ditadura, mas frustrou todo mundo com nepotismo, métodos administrativos duvidosos, sem boa equipe de trabalho e termina o mandato em crise econômica e dívidas. O fantasma de Eurico ressurgiu pela incompetência de Roberto. O Vasco, apesar da força institucional e da imensa torcida, está mergulhado em uma crise séria que nem a volta à Série A irá resolver.

Dinamite está encerrando o seu mandatoMárcio Mercante / Agência O Dia

CÁLCULOS CERTOS

Os matemáticos acertam ao dizer que o Botafogo, mesmo sem ser o lanterna, é o time com maior risco de cair. E somam dados fundamentais, como a pior campanha no segundo turno, a perda dos melhores jogadores e a tabela difícil . Ultrapassar tudo isso só com superação, sorte e reza, é uma batalha contra a lógica, com um grupo inexperiente e um comando frouxo e irresponsável.

SEM FRED

Fred não tem jogado tão mal, mas com ele o Flu perde a fluidez e um jeito de atacar leve e envolvente. Hoje, contra o Santos, vamos ver se será possível com Walter e Sobis lembrar aquele time empolgante do começo. Não ajuda a ausência de Cícero, que fazia parte daquele esquema, até porque Walter é jogador de limitada mobilidade.

NOITE FESTIVA

Casa cheia e torcida alegre acompanham sempre o Flamengo em quase todo o país. Isso ajuda. Há promessa de um bom público no Maracanã, já como prévia do primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, contra o Atlético-MG. O Fla pode se aproximar da garantia mínima de pontos para não cair e, mesmo sem Wallace e Alecsandro, tem certo favoritismo contra o Inter.

DOIS NA CURVA

Dois técnicos de grande nome no futebol brasileiro sofrem com uma campanha violenta, que deve comprometer as suas permanências em 2015. Com elencos acima da média, Mano e Abel deveriam ter mostrado melhor performance, mesmo dentro ou perto do G-4. Inter e Timão têm provocado mais vaias do que aplausos de seus torcedores.

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