Adriano Martins, o casca-grossa que nocauteou o bullying

Lutador do UFC iniciou nas artes marciais para se defender

Por O Dia

Rio - Como muitas crianças e jovens, a arte marcial surge como uma janela para fuga dos diversos tipos de bullying. Para Adriano Martins, porém, foi uma porta escancarada, logo aos 11 anos. O atual lutador do UFC queria apenas escapar da perseguição de coleguinhas de escola. E conseguiu. Por ironia do destino, a luta moldou seu caráter e virou seu sustento, como faz questão de frisar: “Eu era uma criança franzina, tímida, e por isso sofria na época do colégio. Foi por isso que iniciei minha vida nas artes marciais, no judô. A entrada nas artes marciais me ajudou a me sentir mais seguro, logo aprendi a filosofia que temos na luta. Isso me fez evoluir como pessoa”.

Adriano Martins queria se defender de BullyingDivulgação

O amazonense peso-leve está no card do UFC Fight Night, em Porto Alegre, dia 22, e terá pela frente Rustam Khabilov, um russo perigoso. Uma barreira complicada que Adriano Martins, 32 anos, terá de superar para garantir o leitinho das crianças. “O Khabilov é um cara duro, mas estou acostumado. Nunca tive vida fácil, muito menos no UFC. Só enfrentei fera, e ele é mais uma. Não me intimida em nada. Estou pronto para ter uma grande performance e vencer minha terceira no octógono”, decreta o homem que nocauteou o bullying.

ANDERSON COMO FIEL DA BALANÇA

A despeito da incômoda desconfiança que abate o MMA, vislumbro a boa chance de limpar o esporte após sucessivos casos de dopings. Pego pela segunda vez, o Spider pode ter sido flagrado com uma terceira substância proibida e será o fiel desta balança.

OUTRA PRA CONTA

O peso-galo Marlon Moraes derrotou Josh Hill por decisão unânime (triplo 49-46), no Canadá, e manteve o cinturão do WSOF, na noite de quinta.

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