Por edsel.britto

Rio - Walter diz que vive graves problemas pessoais e quer distância do Flu. Ele não parece ter encontrado no clube um momento sequer de felicidade. Entende-se o problema dele a partir da fase negativa do clube que, após perder o rico patrocínio da empresa de saúde, entrou em parafuso.Mas é claro que Walter tem sua culpa na cartório porque em nenhum momento foi sequer sombra daquele jogador ativo e brilhante dos tempos do Goiás.

Após alegar problemas pessoais%2C Walter foi afastado do Flu e não entrará em campo até estar 100%André Mourão

Quanto ao Flu, a realidade é amarga para os funcionários com meses de salários atrasados, além dos direitos de imagem dos jogadores que não recebem há um bom tempo, incluindo Walter. É uma rotina de carências e calotes. Siemsen ainda não conseguiu achar razoáveis soluções para o impasse. São tempos difíceis.

ELIAS E O TIMÃO

Elias, que comandou o Fla no título da Copa do Brasil em 2013, é hoje o grande jogador do Corinthians e a alma de todo o esquema de Tite. Contra o Danubio foi um show de bola nos 4 a 0, com direito a três gols de Guerrero. Elias é hoje titular da Seleção de Dunga por mérito e o Corinthians, o melhor time do Brasil, com grandes chances de ganhar a Libertadores.

PIOR SEM ELE

A situação do Botafogo é tão delicada quanto a qualidade dos seus jogadores — talvez seja perda de tempo o torcedor arrancar os cabelos para as loucuras e o egoísmo de Jobson. Os que entram no lugar dele são piores, como se viu contra o Botafogo-PB. Jobson ainda agita um pouco e faz uma ou outra boa jogada quando se lembra dos companheiros.

INSUPORTÁVEL

Há certas pressões sobre os jogadores que talvez sejam insuportáveis e merecem uma certa compreensão. Nos casos de racismo,Daniel Alves usou humor e agora, Elias também não foi afetado. No Sul, com outro tipo de problema, Fabrício não resistiu à perseguição da torcida colorada, perdeu as estribeiras e teve uma crise histérica. Melhor esperar para uma avaliação.

ANO MAIS PERIGOSO

A melhor pedida cinematográfica da semana é o policial ‘O ano mais perigoso’, de J.C. Chandor, com Jessica Chastain. O cenário é uma Nova York em seu pior momento de insegurança nos anos 80. Outra boa é o alemão ‘14 estações de Maria’, drama com tintas religiosas. Vale também Al Pacino no melancólico ‘O último ato’, de Barry Levinson.

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