Por edsel.britto

Rio - A briga por uma vaga na decisão da Superliga feminina de vôlei começa neste sábado, com a promessa de muita emoção. Atual campeão e dono da melhor campanha na fase de classificação, o Rexona-Ades do técnico Bernardinho enfrenta a Camponesa/Minas, às 21h30, na Arena Minas, em Belo Horizonte. No outro confronto, o Sesi encara o Molico/Nestlé, de Osasco (SP), às 11h30, na Vila Leopoldina, em São Paulo.

O Rexona tem dez finais de Superliga seguidas no currículo e, na atual competição, levou a melhor nos dois duelos contra o Minas: 3 a 0 e 3 a 2. Destaque do time carioca, a ponteira mineira Gabi festeja a chance de jogar perto de sua família no primeiro jogo da série melhor de três das semifinais e prevê equilíbrio: “Em uma partida como essa, não tem muito mais o que mostrar. Já estudamos, já jogamos contra duas vezes, a última um 3 a 2 muito difícil. Agora é colocar o coração em quadra”.

Gabi lidera o Rexona-Ades neste sábado contra o Minas em busca de mais uma final de SuperligaMarcio Rodrigues/MPIX/Divulgação

Já o time mineiro cresceu na temporada depois da contratação da campeã olímpica Jaqueline. Nas semifinais, o técnico Marco Queiroga espera que a sua equipe mantenha o bom momento conquistado após eliminar o Dentil/Praia Clube nas quartas: “Queremos aproveitar esse embalo junto da nossa torcida, nesse primeiro jogo da semifinal”.

No outro confronto, o retrospecto é favorável ao Sesi, atual vice-campeão. O time da capital paulista levou a melhor sobre o Molico no turno e no returno por 3 sets a 0 e 3 sets a 1, respectivamente. “O Molico/Nestlé é um time que dispensa comentários e possui muita qualidade técnica. Vamos ter que estar 100% concentrada e com obediência tática para conseguirmos jogar”, alerta a campeã olímpica Fabiana, do Sesi.

Já no Osasco, a líbero Camila Brait promete uma equipe bem concentrada: “A semana foi muito importante para consertarmos alguns detalhes e errarmos pouco no jogo”.

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