A Seleção está quase fechada

Convocação de Dunga deixa evidente que grupo está em processo avançado

Por O Dia

Rio - Sem surpresas, Dunga divulgou a relação para a Copa América e houve apenas duas novidades. Casimiro está de volta no lugar de Souza, que já vinha aparecendo como reserva, e, a mais significativa, a ausência de Oscar que possibilitou o regresso de Everton Ribeiro, que anda meio fora do circuito mas joga muita bola. Em relação ao time titular, tudo indica que será Jefferson, Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Luiz Gustavo, Elias, Willian e Phillipe Coutinho; Neymar e Tardelli (Firmino). A dúvida no ataque será resolvida de acordo com a necessidade tática — um homem mais habilidoso e móvel como Tardelli ou um atacante mais incisivo e forte como Firmino. Fernandinho poderia ser esquecido, mas não temos nada de muito melhor.

Coutinho estará na Copa AméricaEfe

A NOVIDADE

Para quem pedia novidade na Seleção aí está o empresário e relações públicas João Dória Jr., convidado para chefe da delegação na Copa América. Segundo Del Nero, ele foi lembrado por gostar de futebol, o que seria razão para chamar milhões de pessoas. Dória transita bem no mundo dos negócios do esporte e essa seria a justificativa. Mas o presidente da CBF deve ter outras.

NOITADA QUENTE

Três jogos com brasileiros na Libertadores agitam a quarta. O Corinthians é melhor do que o Guaraní, do Paraguai, mas deve ter as dificuldades habituais por lá. Se empatar estará de bom tamanho. No Morumbi, é melhor que o São Paulo encaminhe a classificação porque a volta contra o Cruzeiro será pesada. No outro duelo, o Inter é superior ao Galo.

A RESSACA

Na Copa do Brasil, o Botafogo vive noite de ressaca e não deverá atrair muitos torcedores ao Nilton Santos. Além disso, René Simões vai escalar os reservas quando deveria optar por um time misto de acordo com a condição de cada um. A volta de Jefferson não empolga e traz a lembrança da final. Será que três dias lhe deram condição de jogo? De qualquer forma, obrigação de vitória.

O BOTE DA JUVENTUS

Ciente da inferioridade técnica, a Juventus bateu o Real Madrid na base do grito da torcida, da armadilha defensiva e da garra. Amarrou os craques do Real com sua boa defesa e os ataques dos envolventes Vidal e Tévez. Vitória justa de uma escola de futebol cascuda. Que o Real não se iluda. É melhor, mas se não jogar a toda, será complicado em Madri.

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