Por pedro.logato


Rio - Uma boa discussão é saber em que patamar pode se colocar o genial Messi. Não há a menor dúvida de que, mesmo sem ter conquistado uma Copa, ele pode ser considerado o melhor jogador do mundo não da atualidade mas, pelo menos, dos últimos 40 anos. Ressalvando-se a posição absoluta do Rei Pelé secundado por um fenômeno único como Garrincha, nada pode se comparar a Messi mesmo que todas as honras sejam destinadas a outros craques como Platini, Zidane, Romário, Ronaldo e Zico. Nem o excepcional Cristiano Ronaldo o alcança. Essa realidade se reforça em momentos especiais como no show de bola contra o Bayern. Messi reúne, como ninguém, habilidade fantástica e visão coletiva de jogo. Ele é o melhor símbolo da mistura perfeita do futebol arte com a objetividade.

Messi já marcou o seu nome na história do futebolEfe

BONS INDÍCIOS

Não importa que o Capivariano seja um time fraco. O Botafogo, dentro de suas limitações, mostrou vontade e organização em uma vitória fácil. Um bom indício de que está no caminho certo para a Série B do Brasileiro, seja com titulares ou reservas. Garotos como Gegê e Sassá mostram evolução e até o veterano Daniel Carvalho parece disposto a lembrar os bons tempos.

A DECEPÇÃO

Há até pouco tempo, o Corinthians era considerado o melhor time do Brasil, mas nos últimos jogos a queda tem sido impressionante. Perdeu o Paulistão e, agora, nas oitavas da Libertadores, foi derrotado pelo modesto Guaraní mais pelas próprias falhas, a começar pelo frangaço de Cássio. Se não mudar rápido, a Liberta vai virar pó.

PODE MELHORAR

Sem ser brilhante e jogando menos do que pode, o Rio estreou no Mundial de Clubes com boa vitória sobre o Volero Zurich. A partida foi muito equilibrada, tanto que um dos sets, vencido pelo time suíço, foi a 35 pontos. Natália apareceu pouco e Gabi e Fofão também foram discretas. Mas, dentro do normal, o time de Bernardinho pode ir longe na competição.

BRASIL NA GUERRA

Uma raridade nas telas: um filme brasileiro de guerra com ação dos pracinhas na Itália nos anos 1940. ‘ Estrada 47’ é muito bem produzido e revela fatos inéditos. Também vale o adeus de Eduardo Coutinho em ‘Últimas conversas’. E há ‘Exótico Hotel Marigold 2’, que tenta manter o sucesso e o humor do primeiro, agora com o carismático Richard Gere.

Você pode gostar