Por edsel.britto
Publicado 17/05/2015 00:21 | Atualizado 17/05/2015 16:03

Rio - Apesar da pouca procura do público na primeira fase da venda de ingressos para a Olimpíada de 2016, badminton e esgrima não desistem e seguem na busca por mais popularidade no Brasil. As duas modalidades esportivas têm projetos para atrair praticantes no país, especialmente crianças de olho no futuro, e realizaram eventos no Rio de Janeiro, ontem, com o objetivo de se apresentar e conquistar a simpatia dos cariocas.

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Na comunidade do Chapéu Mangueira, no Leme, a Federação Mundial de Badminton (BWF, na sigla em inglês), em parceria com a Confederação Brasileira (CBBd), lançou uma mascote para se aproximar mais das crianças. Petekin, nome escolhido em votação popular, juntou-se a professores formados pela BWF e a quatro atletas da Seleção para fazer uma clínica no local.

Mascote Petekin e atletas da seleção foram ao Chapéu Mangueira para apresentar o esporteAlexandre Brum

“Queremos que os 5.800 lugares do ginásio estejam cheios, afinal o badminton foi o segundo mais vendido nas duas últimas Olimpíadas. Esperamos despertar o interesse das crianças”, explicou o superintendente do CBBd, José Roberto Campos.

O objetivo é ganhar novos praticantes para o futuro, como Sophia Campos, de 10 anos, que conheceu o badminton na escola municipal Estácio de Sá: “Comecei a jogar e não parei mais. Tenho vontade de virar atleta.”

Esgrimistas interagem com as crianças para conquistar a simpatia delasAlexandre Brum

Perto dali, na Lagoa, aconteceu uma exibição de esgrima. O evento promocional foi montado para divulgar o Grand Prix Internacional, que acontecerá na Escola de Educação Física da Urca, entre os dias 22 e 24. Para divulgar o esporte e chamar o público, a Federação Internacional de Esgrima bancou 70% dos custos. Durante a apresentação de ontem, muitas crianças, com espadas feitas com balões de ar, divertiram-se e ganharam a atenção dos atletas.

“O contato com as crianças é fundamental para desenvolver o esporte, tem que saber transmitir e eu me amarro nesse ambiente, sou formado em Educação Física e quero ser treinador no futuro. Tem muitos que nem sabem que existe, mas podem se interessar ao conhecer”, disse Athos Schwanke, uma das esperanças para 2016.

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