Guerrero dá moral ao Flamengo

Peruano teve grande atuação em mais uma partida

Por O Dia

Rio - A segunda vitória de Guerrero com a camisa rubro-negra tirou qualquer dúvida sobre sua imensa importância para o Flamengo. O peruano sempre deixa seus golzinhos, mas não apenas isso. Está sempre no lugar certo para conclusões perigosas, perturba a marcação e abre espaços para os companheiros. Sua estreia no Maracanã, amanhã, contra o Grêmio, vai encher a casa e, apesar da qualidade do adversário, há boas chances de a torcida não sair do estádio frustrada como domingo passado. A presença dele ajuda nos passes de Sheik, facilita as penetrações de Cirino pelas extremas e dá confiança aos garotos. Coincidência ou não, Jorge fez seu primeiro gol como profissional e César fez bonito. De quebra, Cristóvão não teve dificuldades para dormir. Não é pouca coisa.

Guerrero marcou o segundo do Flamengo na vitória sobre o NáuticoDivulgação

FORA DE TOM

Mesmo tendo feito, no aspecto geral, bom trabalho no Botafogo, René acabou caindo pelo seu gênio difícil, que criou áreas de atrito, por certa teimosia em insistir com jogadores como Tomas e de se perder em muitas experiências. Também pecou pelas declarações quase alegres depois de derrotas. O problema é o que virá agora. A esperança pode ser celeste.

AGORA VAI?

O Vasco conseguiu boa vitória em casa na Copa do Brasil e está bem encaminhado para ir às oitavas — pareceu mais tranquilo e composto. O deslocamento de Anderson Salles para o meio funcionou. Herrera, aos poucos, dá mais dinamismo ao ataque. A lamentar que, após longa ausência, Dagoberto volte para ser expulso. Assim fica difícil.

BRILHO NA PISCINA

Enquanto o vôlei oscila, a natação brasileira brilha no Pan. João de Lucca, Thiago Simon e a turma do revezamento 4x200m deram um show e colocaram o Brasil no topo da natação como nunca antes no Pan.Mesmo considerando que os americanos vieram com desfalques, é uma proeza. Lutando com tantas dificuldades, esses recordistas merecem grande festa.

A EUROPA SALVA

Em maré de filmes nacionais vulgares e de mesmice americana, o cinema europeu vale a ida ao cinema, apesar dos circuitos limitados. Hoje, há dois bons lançamentos: o alemão ‘Phoenix’, de Christian Petzold, que dirigiu ‘Barbara’ e traz o brilho de Nina Hoss no elenco. O outro é o francês ‘Uma nova amiga’, do sempre competente François Ozon.

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