A importância dos criadores

Flamengo se esforça para encontrar o camisa 10

Por O Dia

Rio - O Flamengo se preocupa em reforçar o meio-campo e encontrar o jogador certo para ajudar Sheik a deixar Guerrero em ótimas condições de concluir. Essa contratação de Ederson anima só os cartolas do clube porque, no futebol italiano, seu retrospecto é de lesões e longas ausências. Não há mesmo uma lembrança de que Ederson tenha sido um jogador decisivo. Mas, quem sabe, pode ter chegado sua redenção? Ele vai, pelo menos, ganhar uma boa grana.

Flamengo aposta em Ederson para ser o camisa 10 do timeDivulgação

A torcida não precisa ficar tão preocupada porque Sheik já faz parte desse trabalho de armação, Cirino pode criar jogadas velozes pelas extremas e, se Everton recuperar a forma física, pode ajudar muito. Não é absurdo o atual otimismo do torcedor. Faltam 24 rodadas e a distância de 11 pontos para o G-4 pode ser encurtada.

As desculpas

Em boa hora, Fred resolveu se desculpar de suas grosserias com um repórter de TV. Deve agora aliar as boas intenções à prática. Infelizmente a regra é jogadores muito jovens procurarem a mídia para se promover; depois, se chegam ao auge, a tratam mal ou quando há interesse; e só voltam à humildade no fim da carreira - uns até para ganhar "algum" nos comentários.

Vamos com calma

O Botafogo faz bem em dar força aos garotos nessa nova era com Ricardo Gomes, revela nomes importantes nos últimos anos e pode até tornar seu futebol economicamente viável. Mas tudo na hora certa, com entradas e saídas dosadas. Gomes tem pouco tempo para tirar conclusões e qualquer passo em falso poderá derrubar carreiras no início.

Ressurgido

O River Plate entrou na Libertadores como azarão, estava muito mal colocado nas competições nacionais e sua primeira fase foi medíocre: o último entre os que obtiveram a classificação às oitavas. Só que desde o clássico com o Boca se agigantou, teve forças para superar as agressões na Bombonera e chegou com méritos à final. É um time guerreiro, que honra a camisa.

Vôlei oscilante

Dividido entre Liga Mundial e Pan, nosso vôlei vive uma fase incerta, de vitórias sofridas e algumas derrotas e aí entra a turma da praia. Na Liga Mundial, nada de medalha. No Pan, uma vitória sobre a Argentina mais na base da garra. Na areia, Vítor e Álvaro se perderam no nervosismo, como as meninas. A renovação não está tão fácil.

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