Por jessica.rocha
Após conquista do título mundial%2C Mineirinho é recepcionado com festa em sua chegada ao BrasilEfe

São Paulo - Surfista em ascensão da Brazilian Storm ou Tempestade Brasileira, Mineirinho ainda vive as emoções do primeiro título mundial, conquistado na última etapa do Circuito Mundial, em Pipeline, no Havaí. Recepcionado com festa em sua chegada ao Brasil, nesta terça-feira, Adriano de Souza comemorou bastante sua conquista e logo concedeu entrevista à imprensa.

"Você lutar com um três vezes campeão do mundo (Mick Fanning), pelo o que ele fez na temporada, ele era o favorito. Mas eu não baixei a cabeça. Eu queria ser campeão. O Havaí era a consagração. Consegui provar que eu queria ser campeão a cada prova. Vencendo no Havaí, você se consagra internamente, ainda mais com Mick, Gabriel e Filipnho na briga. Tudo conspirou a favor", afirmou. 

Questionado sobre a possibilidade do surfe virar modalidade nos Jogos Olímpicos, Mineirinho se mostrou esperançoso e disse que é o que está faltando para o surfe se popularizar. 

"Eu gostaria muito que o surfe estivesse nas Olimpíadas. É mais uma cereja no bolo. É o maior evento de esporte do planeta, visto pelo mundo todo. Na visão da WSL, não posso falar. Como atleta, gostaria muito. Tomara que dê tudo certo para 2020", acrescentou. 

De olho em 2016, o atual campeão do mundo faz planos, promete foco, mas ressalta que o assédio irá aumentar depois da conquista histórica. 

"Não sei o dia de amanhã. Quero viver intensamente o hoje. É claro que eu vou voltar aos treinamentos, já tenho um caminho a ser traçado e eu vou em frente. Única coisa que eu prometo em 2016 é que vou lutar até o fim, independentemente de adversário ou dor. A dificuldade agora vai ser o assédio, vai ser difícil se concentrar. Não sou mais o que corre atrás. Vou ter que mudar o 'approach', fazer outro tipo de treinamento. As dificuldades são muitas", finalizou. 

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