Brasil vive dia de poucas palavras

Único a falar foi o goleiro Alisson, que falhou em gol mal anulado

Por O Dia

Estados Unidos - Folga e poucas palavras marcaram o dia seguinte à frustrante estreia da seleção brasileira na Copa América Centenário dos EUA. O 0 a 0 com o Equador, sábado, em Pasadena, foi pouco comentado após a volta da delegação a Los Angeles, onde hoje o técnico Dunga comandará treino visando o duelo contra o Haiti, quarta-feira, às 20h30, Estádio no Citrus Bowl, em Orlando.

Seleção de Dunga segue pressionadaAndré Mourão / Mowa Press / Divulgação

Um dos poucos a falar foi Alisson. Ele deu a cara a tapa após falhar na jogada que resultou em gol dos equatorianos mas foi (mal) anulada pela arbitragem, que viu saída da bola pela linha de fundo — Bolaños chutou, a bola desviou na trave, bateu no braço do goleiro e entrou.

“A primeira impressão que tive é que a bola saiu. Já revi, mas é difícil. Não existe bola fácil. O Bolaños chutou por chutar. Mas o lance foi anulado. Quando a gente faz a defesa, e o juiz dá impedimento, ninguém fala”, disse Alisson, admitindo ter contado com um pouco de sorte durante os jogos.

Sobre a equipe que enfrentará os haitianos, em jogo que o Brasil precisa vencer para não ver a ida às quartas de final ameaçada, a presença de Miranda, lesionado, ainda é incerta. “Estou bem melhor. Vou fazer o possível para jogar”, disse o zagueiro, que, caso seja vetado, dará lugar novamente a Marquinhos.

Últimas de Esporte