Com baixo índice de lesões, departamento médico do Fluminense termina 2016 vazio

Números comprovam excelente trabalho desenvolvido pelos médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, fisiologista e enfermeiros do clube Tricolor

Por O Dia

Rio - O coordenador do departamento médico do Fluminense, Douglas Santos comemora os bons resultados obtidos através do trabalho feito na prevenção de lesões com os jogadores do clube. Prova disso é o baixo número de atletas que foram afastados das partidas por conta de problemas musculares. Ao todo, foram apenas 14 vezes em que o Tricolor teve desfalques por motivo de contusão.

Diego Cavalieri deixou o campo machucado na derrota do Fluminense para o Botafogo Nelson Perez/ Fluminense F.C. / Divulgação

"Essa temporada foi incomum para o Fluminense pois muitas viagens, foi um período bastante desgastante para o elenco. Mas mesmo assim conseguimos fechar com números em termos de lesões melhor do que o ano passado. Fechamos 2016 com menos de 20 lesões e isso ajuda bastante. Conseguimos manter os atletas à disposição da comissão quase que o tempo todo e isso podemos considerar de forma positiva", afirmou o coordenador do departamento médico tricolor, Douglas Santos.

O caso mais grave das lesões foi a do goleiro Diego Cavalieri, que ficou 79 dias em tratamento no CT do clube. O goleiro Tricolor, no entanto, terminou o ano e campo e fazendo os trabalhos específicos da posição normalmente.

A equipe de trabalho coordenado por Douglas Santos conta ainda com os médicos Arthur Nogueira, Jorge Lopes e Ricardo Olivero e dos fisioterapeutas Nilton Petrone, Paulo Gervásio, Felipe Bastos e Caio Sauro, além da nutricionista Renata Faro, o fisiologista Maurício Negri e o enfermeiro Luis Augusto Ferreira.


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