Por elisa.souza

Rio - Depois de queimarem todos os cartuchos de vacilos disponíveis, os jogadores do Botafogo acreditam que merecem o último voto de confiança dos alvinegros. Contra o Criciúma, domingo, no Maracanã, eles esperam receber o apoio das arquibancadas para vencer a partida e a energia para torcerem juntos por tropeços de Goiás e Atlético-PR.

Botafogo perdeu para o Coritiba por 2 a 1 e agora não depende mais dos próprios esforços para emplacar a Libertadores do ano que vemGazeta

Embora saiba que boa parte da torcida manteve um pé atrás durante toda a campanha do time no Brasileirão, Bolívar não tem dúvida de que, quem for ao estádio, irá com o pensamento positivo, sem pessimismo pelos traumas dos últimos anos.

“Sabemos da força da torcida do Botafogo. Ela sempre nos ajudou independentemente da situação. Oscilamos muito e ela sempre esteve ao nosso lado. O torcedor que compareceu, o verdadeiro botafoguense, acredito ele irá no domingo e nos ajudará novamente”, disse o zagueiro no desembarque da delegação alvinegra, na manhã da última segunda-feira.

Diferentemente do dia seguinte à derrota para o Internacional, quando torcedores foram ao aeroporto protestar e arremessaram ovos contra o ônibus, desta vez, a chegada ao Rio foi tranquila. O grupo estava sem Seedorf, que aproveitou a folga para participar de uma gravação de um programa de TV em São Paulo.
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O clima, no entanto, é de uma falsa tranquilidade. Com a derrota para o Coritiba, que tirou do Glorioso a possibilidade de depender somente de suas forças para conseguir uma vaga na Libertadores, a pressão aumentou, e muito, sobre o time. Contratos de patrocínio e até mesmo a permanência de Seedorf no próximo ano dependem exclusivamente da participação ou não do clube na competição internacional.
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