Vagner Mancini vê o Botafogo jogando melhor desde a sua chegada no clube

Técnico aponta evolução no sentido técnico, tático e emocional

Por O Dia

Rio - Vagner Macini chegou ao Botafogo fazendo algumas alterações no time titular. Agora, a equipe do é mais ofensiva do que a montada pelo antecessor Eduardo Hungaro. De acordo com o próprio atual técnico alvinegro, o Glorioso melhorou desde o dia 16 de abril, quando o treinador desembarcou no Rio de Janeiro para comandar o clube. Mesmo fazendo um autoelogio ao seu trabalho, Mancini não desmereceu a passagem de seu auxiliar no comando do Botafogo.

Mancini vê melhora no time desde a sua chegadaMárcio Mercante / Agência O Dia

"Dá para dizer que o Botafogo melhorou desde a minha chegada. Não estou me referindo ao meu antecessor. Estou dizendo sobre o que eu via. Contra o São Paulo jogamos muito dispersos, muito aquém. Contra o Internacional, fizemos um tempo ruim e outro melhor. No jogo contra o Bahia, estávamos mais coesos e organizados. Já contra o Criciúma, fizemos um bom jogo e fomos donos dele durante 90 minutos. Vejo evolução em todos os sentidos: técnico, tático e emocional. Mas é claro que ainda estamos distantes do ideal", afirmou o treinador.

O comandante alvinegro conseguirá um feito inédito na partida contra o Goiás, nesta quarta-feira, às 22h, em Juiz de Fora. No jogo válido pela quinta rodada do Brasileirão, Mancini vai escalar a mesma equipe em dois jogos seguidos. O Botafogo deve ir a campo com Jefferson; Edilson, Bolívar, Dória e Junior Cesar; Gabriel, Bolatti, Jorge Wagner e Zeballos; Daniel e Emerson.

"É difícil dizer que é o time perfeito, mas para o momento o perfeito é este. Há a necessidade de repetir a escalação para que eles se sintam seguros. Se troco a todo momento deixo os jogadores inseguros. Não é isto que quero", comentou um convicto Mancini.

Na partida contra o Goiás, nesta quarta-feira, em Juiz de Fora (MG), às 22h, Mancini conseguirá um feito inédito em 2014: escalar o mesmo time em duas partidas consecutivas. O time titular será: Jefferson; Edilson, Bolívar, Dória e Junior Cesar; Gabriel, Bolatti, Jorge Wagner e Zeballos; Daniel e Emerson.