Por pedro.logato

Rio - Segundo os matemáticos, o Botafogo precisa vencer pelo menos quatro dos sete jogos que faltam para não ser rebaixado. A ordem, então, é atacar. E nada melhor do que contar com o maior leque possível de opções para o setor ofensivo na reta final do Brasileirão. O retorno de Bruno Corrêa, liberado para enfrentar o Cruzeiro, aumenta as esperanças da permanência na Série A.

Botafogo enfrenta o líder do BrasileirãoDivulgação

Apesar de só ter disputado duas partidas pelo Botafogo, o atacante é considerado um trunfo por Vagner Mancini. Com características diferentes das dos outros jogadores de frente do elenco, ele pode permitir que o treinador modifique a maneira de o time atuar durante os jogos. Bruno ficou quase dois meses parado por conta de uma tendinite no pé direito e cirurgias de apendicite e hérnia. Recuperado, ele só pensa em ajudar a equipe a sair da zona da degola o quanto antes.

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“É ruim quando você tem qualidade para ajudar o grupo e dar o seu máximo, ainda mais sabendo a situação do clube. Agora já estou 100% no meu lado psicológico, até porque temos uma missão complicada em sete jogos e vai ser muito difícil. Mas temos totais condições de reverter isso e conseguir sair da zona de rebaixamento”, afirmou um confiante Bruno Corrêa, que ontem treinou normalmente com os companheiros.

Já Vagner Mancini não apareceu no Engenhão porque teve um compromisso na CBF, no papel de vice-presidente da Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol.
André Bahia e Rogério também não participaram da atividade. O primeiro foi poupado por conta de dores musculares, enquanto o segundo ficou na fisioterapia tratando dores no tornozelo esquerdo. Marcelo Mattos, se recuperando de lesão no quadril, fez um trabalho físico no campo.

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