Por pedro.logato

Rio - O foco é a Série B do Brasileiro, mas os sonhos são permitidos. Para voltar à Libertadores e apagar a campanha ruim na edição do ano passado, o Botafogo tem que fazer bonito na Copa do Brasil. Com o retorno de Jefferson, encara, com dez reservas, o Capivariano, nesta quarta, às 22h, no Nilton Santos e pode até perder por 1 a 0 para se classificar.

Em uma semana com três competições diferentes, o capitão retoma seu papel de liderança para acelerar o esquecimento da derrota na final do Carioca e passar confiança aos companheiros.

Jefferson será o único titular do Botafogo nesta quartaDivulgação

“A Copa do Brasil é um caminho curto para a Libertadores. Nós vamos chegar às finais. Temos esse sonho de voltar à Libertadores. Precisamos sonhar alto”, frisou o goleiro, um dos remanescentes do time que foi eliminado na primeira fase da competição continental na temporada passada.

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Depois de quase um mês de recuperação da artroscopia no joelho direito, o camisa 1 volta ao Botafogo com data para desfalcar o time novamente.

Ele se apresentará à Seleção, dia 29, para a disputa da Copa América e, se o Brasil chegar à final da competição, não participará de seis rodadas do Campeonato Brasileiro.

Por isso, Jefferson quer deixar a melhor impressão possível nas próximas partidas pelo Botafogo. Hoje à noite, ele vai comandar um time formado inteiramente por reservas.

Com a vantagem (2 a 1) construída no primeiro jogo, René Simões optou por poupar os titulares, visando a estreia na Série B, sábado, contra o Paysandu, em Belém. Ele ficará atento à atuação de Diego Jardel, que entrou bem na final do Carioca e pode ganhar a vaga de titular.

Presidente diz que acesso é obrigação

Os resultados dentro de campo agradaram, mas, fora dele, a situação segue preocupante. Para o presidente Carlos Eduardo Pereira, o Botafogo precisa de oito anos para melhorar suas finanças e a volta à Série A é fundamental para isso.

“Se fracassarmos nessa missão da Série A, arrisco dizer que o Botafogo entra num processo de apequenamento difícil de ser revertido. Não tenho a menor dúvida de que tem que ser esse ano”, disse ao canal de TV ‘Premiere’.

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