Cria do Espírito Santo, Luis Henrique se diz feliz por atuar pelo Bota em casa

Atacante de 17 anos jogará pela primeira vez como profissional em sua terra natal nesta sexta-feira contra o Mogi Mirim

Por O Dia

Rio - No mesmo ano em que subiu aos profissionais e fez sua estreia no Botafogo, Luis Henrique vai poder realizar mais um sonho em sua carreira. No confronto do Alvinegro contra o Mogi Mirim nesta sexta-feira, às 21h30, no Estádio Kléber Andrade, no Espírito Santo, o jovem atacante de 17 anos vai poder atuar pela primeira vez na sua terra natal e diante de toda a sua família.

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"É um sonho realizado e um privilégio estar voltando ao Espírito Santo como um jogador profissional. Foi lá que eu realmente comecei a dar os meus primeiros chutes na bola, na cidade de Itarana, lugar que vivi até meus 12 anos e iniciei a minha base no futebol. Sem dúvida é um privilégio voltar a minha terra natal como jogador profissional", afirmou Luis Henrique em entrevista ao site oficial do clube.

Nascido no Espírito Santos%2C Luis Henrique atuará na sua terra natal pela primeira vez como profissionalVitor Silva / SS Press

A expectativa de Luis Henrique em seu primeiro jogo em casa é que o estádio esteja lotado, já que o Estado é um reduto de botafoguenses, e que além disso estará reforçado por amigos e familiares do atacante: "Eu acho que o 'Klebão' vai estar lotado e acredito que na sexta-feira teremos um caldeirão. É grande o número de botafoguenses no Espírito Santo. Eu nunca joguei lá. Minha família toda vai comparecer e meu pai já me ligou para dizer que vai assistir", disse.

Diante da boa fase de Álvaro Navarro no ataque do Botafogo, Luis Henrique acabou sendo preservado do time por Ricardo Gomes com intuito de fazer com que o atacante busque uma evolução e uma preparação melhor para voltar a equipe. Sobre o comandante alvinegro, o jovem fala com carinho e diz que espera aprender o máximo possível com ele.

"O Ricardo Gomes confia bastante em mim e eu também confio bastante nele. Sei que foi um grande jogador e agora é um grande técnico. Só aprendo com ele. Tento absorver tudo que o Ricardo passa, é um cara muito estudioso e que realmente entende de futebol. Vejo esse processo que eu vivo como natural. Sei que tenho apenas 17 anos e ainda vou evoluir muito. Sei também que algumas vezes vou entrar. outras não... Claro que sempre vou lutar para ser titular e estar jogando, mas entendo perfeitamente os critérios que ele usa para fazer o rodízio no time", concluiu.