Chile - O Paraguai é aquele adversário que muitos definem como chato, que sempre dá trabalho e, de vez em quando, apronta uma surpresa para o Brasil — exemplo disso ocorreu no último duelo, pela Copa América de 2011, quando, nos pênaltis, os paraguaios eliminaram, nas quartas de final, a equipe dirigida por Mano Menezes.
Neste sábado, em Concepción, a meta de Robinho & Cia. é escrever — com vitória — mais um capítulo na história do confronto iniciado em 1921 e que, desde então, contabiliza 13 vitórias da Seleção, nove empates e sete derrotas.
“Adversário chato é aquele que é competitivo, que briga o tempo todo. Espero que dessa vez possa ser diferente. Que a gente consiga fazer o nosso jogo, com alegria e responsabilidade, e consiga eliminar esse adversário chato”, disse o atacante Willian.
Os jogadores treinaram à tarde em Santiago e, à noite, seguiram para Concepción. Dunga pode dar uma chance a David Luiz, que pode entrar na cabeça da área para combater o perigoso jogo aéreo paraguaio. Sua escalação, no entanto, ainda é um mistério.
Um dos mais felizes na movimentação era o meia Douglas Costa, negociado pelo Shakhtar Donetsk para o Bayern Munique, por cerca de R$ 120 milhões. Uma motivação a mais para tentar levar o Brasil à semifinal.