Por fabio.klotz

Rio - Quem pensa que o futebol sul-coreano é uma coisa recente está enganado. A profissionalização aconteceu em 1983, no entanto, há dois mil anos, uma das atividades mais populares no país era o chuk-guk, que consistia em chutar bolas, uma espécie de futebol. Mas foi apenas na Copa de 2002, comandada pelo holandês Guus Hidinks, que a Coreia do Sul mostrou que podia ser boa de bola e chegou em quarto lugar atuando em casa.

Son Heung-Min é uma das apostas da CoreiaDivulgação

Os coreanos são muito amáveis e sorridentes, mas se tem algo que não admitem é assoar o nariz em público, o que consideram uma ofensa grave. A modernidade toma conta do país, que adotou o hábito de comprar pela Internet e pagar as contas pelo telefone, com 63% da população adotando o sistema.

Na culinária, a carne de cachorro, Kaegogi, é polêmica, já que muitos não aceitam a ideia de comer aqueles que são seus animais de estimação. No entanto, quem gosta garante as propriedades nutritivas do prato - dizem ser ótimo para a potência sexual masculina. Ainda na gastronomia, os coreanos não vivem sem arroz. Um dos principais pratos é o Bibimpap: arroz cozido, carne, vegetais, ovo e a famosa pimenta local Gochujang. Muito do país é feito com cereais, desde chás até bebidas alcoólicas. Entre os principais licores, encontram-se o takju, o cheongju e o soju.

"Eu tinha muito medo de comer carne de cachorro. Toda viagem que a gente fazia para jogar, sempre meus companheiros brincavam comigo falando que o cardápio tinha carne de cachorro. Até hoje não sei se comi ou não (risos). A língua é muito difícil, mas eu andava com um tradutor para cima e para baixo", conta o meia Everton, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, hoje no Atlético-PR.

A Coreia do Sul ficou famosa no mundo todo pelos seus investimentos em educação a partir da década de 1980, que ajudaram o país a melhorar todas as suas taxas de desenvolvimento.

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