Nossos convidados: Suíça busca a hora de brilhar

Conhecida por seus relógios e chocolates, a Suíça deu um show nas Eliminatórias e será cabeça de chave no Brasil. Fora de campo é exemplo de organização para todo o planeta

Por O Dia

Rio - A Suíça não tem muita tradição no futebol. Gigantes na modalidade, seus vizinhos Itália e Alemanha servem como inspiração para o pequeno país de 8 milhões de habitantes. Curiosamente, pertence à seleção do técnico Ottmar Hitzfeld, que já foi eleito duas vezes o melhor do mundo, um recorde curioso em Copas: em 2006, não sofreu gol e só foi eliminada nos pênaltis pela Ucrânia, nas oitavas de final.

Na gastronomia, o chocolate e o queijo são os mais famosos de todo o planeta. Outro produto tipo exportação é o fondue, muito apreciado nas regiões mais frias do Brasil.

Suíça quer brilhar na Copa de 2014Efe

A Suíça sofre grande influência de seus vizinhos Itália, Alemanha, Áustria e França, e os idiomas do país mostram isso, já que se fala alemão, italiano, francês e o romanche.

O conceito de viver bem é colocado em prática no país dos Alpes, que tem menos de 1% de analfabetos e duas entre as dez cidades com a melhor qualidade de vida em todo o mundo: Zurique e Genebra. A consciência ecológica de seus habitantes também merece destaque. A Suíça é líder em reciclagem e reaproveita mais da metade de todo o lixo que produz.

Nada no país atrasa, seja transporte público, coleta de lixo ou até mesmo um simples cineminha. Afinal, a pontualidade e os relógios são marcas nacionais. Não à toa! A Suíça é responsável por mais de 50% de toda a produção mundial de relógios.

SEDE ECONÔMICA
Se nos campos de futebol a Suíça tem pouco brilho, na economia o país exerce grande influência mundial, já que as sedes financeiras da Fifa e da Uefa estão lá, assim como a parte europeia da Nações Unidas (ONU) e o principal fórum econômico do mundo, na cidade de Davos.

Uma curiosidade sobre o povo é o apreço pelo silêncio. Para os brasileiros, pode parecer estranho, mas na Suíça o nível de barulho ‘aceitável’ é controlado por sonômetros espalhados pelas ruas. Resta saber se os suíços vão comemorar baixinho as possíveis vitórias de sua seleção na Copa do ano que vem.

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