Protesto e 'festa' marcam chegada da seleção brasileira em Teresópolis

A cerca de 500 metros da Granja Comary, 50 pessoas protestavam contra os gastos da Copa. No mesmo local, torcedores vestiam a camisa verde e amarela com orgulho

Por O Dia

Rio - A chegada da Seleção a Teresópolis expôs uma cidade partida. A cerca de 500 metros da entrada da Granja Comary, um grupo de aproximadamente 50 pessoas, entre estudantes, professores da rede estadual, que estão em greve, e militantes do PSTU protestavam contra os gastos com a Copa do Mundo. Do outro lado da rua, camisas do Brasil e bandeirinhas marcavam o território de quem é a favor do Mundial. Não houve violência.

No mesmo local da manifestação, pessoas vestiam a camisa verde e amarela com orgulhoRodrigo Stafford / Agência O DIA

Assim que os batedores das polícias Federal e Militar surgiram, o protesto esquentou. Gritos como "Dilma, escuta, na Copa vai ter luta", e "da Copa eu abro mão por saúde e educação" surgiram.

Faixas em inglês chamavam a atenção de jornalistas estrangeiros. Além de estarem revoltados com a realização da Copa, os manifestantes se aproveitam da visibilidade internacional do evento para chamar a atenção das autoridades. A falta de investimento em educação, saúde, transporte, segurança e habitação pontuava as reivindicações.



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