Por pedro.logato

Amazonas - Principal jogador da Suíça, Xherdan Shaqiri tem contas a acertar com Honduras. Há quatro anos, na África do Sul, os hondurenhos eliminavam os europeus na primeira fase da competição — os helvéticos venceram o primeiro jogo contra a Espanha, mas perderam para o Chile e empataram com o time da América Central. Nesta quarta, aos 22 anos, o jogador do Bayern de Munique, que carrega nas costas o peso de seu talento, poderá reescrever a história da seleção suíça diante de Honduras, às 17h, na Arena Amazônia.

Shaqiri é a principal esperança da SuíçaReuters

Mas a responsabilidade não é só de Shaqiri. Gokhan Inler, que é o capitão pela segunda Copa consecutiva, garante que a seleção suíça está mais preparada: “A situação é parecida, mas com algumas diferenças. Temos um time mais amadurecido e pronto para jogos desta importância.”

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A Suíça deve vir com algumas alterações. Uma delas é certa. Após uma fratura na face no jogo contra a França, o zagueiro Von Bergen teve de voltar ao país para seguir o tratamento e, portanto, está fora do Mundial. Com isso, a tendência é que Senderos seja mantido na zaga.

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Já no time hondurenho, Wilson Palacios, que cumpriu suspensão pela expulsão contra a França, deverá voltar para o time titular no lugar de Boniek García. Além de Juan García na lateral esquerda, no lugar de Izaguirre.

Com o mesmo número de pontos do Equador, mas perdendo no saldo de gols, a equipe comandada por Ottmar Hitzfeld aparece na terceira colocação do Grupo E, e uma vitória pode manter vivo o sonho da classificação. Já para os hondurenhos, com duas derrotas, só a vitória interessa.

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