Por pedro.logato

Minas Gerais - Pátrias amigas, Brasil e Chile estão separados por quilômetros de distância tanto na geografia quanto no futebol. Quando o assunto é a bola, a distância é de Cordilheira dos Andes, com a nossa Seleção, obviamente, no topo. A começar pelos títulos. A proporção é muito desigual, como se fosse uma goleada de 5 a 0. Algo que dificilmente será visto hoje quando as duas equipes entrarem em campo às 13h, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa.

Felipão tem pela frente um velho freguêsDivulgação

O duelo entre os dois países em Mundiais não é uma novidade. Os chilenos são fregueses antigos e saíram perdedores nas três ocasiões. Em 1962, o Chile fez sua melhor participação em Copas, alcançando o terceiro lugar, mas não resistiu a Nilton Santos, Garrincha e Vavá na semifinal e perdeu por 4 a 2. Em 1998, Ronaldo Fenômeno deu um show na goleada por 4 a 1, nas oitavas. Em 2010, uma coincidência inspiradora para a partida de hoje. No dia 28 de junho, a partida arbitrada pelo inglês Howard Webb, também pelas oitavas de final, acabou em um imponente 3 a 0. Mas nada disso empolga Luiz Felipe Scolari.

“Isso só ajuda para vocês (jornalistas). Para nós é estatística. Esse time do Chile não jogou em 62, 80 (sic). É a equipe de 2014. Os dados são para ser manuseados, não interessa. Se vale alguma coisa, ganhamos de 2 a 1 (Toronto) e empatamos em 2 a 2 (Mineirão). Uma igualdade muito grande”, lembrou Felipão.

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Nesta sábado, o treinador promoverá a entrada de Fernandinho no lugar de Paulinho e tem dúvidas na lateral direita com as atuações pouco convincentes de Daniel Alves.

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“Já está resolvido. Joga um e entro com onze. Maicon, Daniel, David Luiz, alguém jogará ali, até Ramires de lateral. Eu já estou com o time montado e quando chegar a hora vocês saberão. Dos vinte e três, escolho onze amanhã (hoje)”, despistou Felipão.</CW>

Outro duelo à parte é o confronto entre Alexis Sánchez e Neymar. Companheiros de equipe no Barcelona, os dois passaram toda a temporada 2013/2014 disputando posição para jogar ao lado de Messi e um deles fará história. Resta saber se Sánchez terá o gostinho de eliminar os anfitriões ou Neymar despachar os chilenos e aumentar ainda mais a mística da camisa 10 brasileira.

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