Alemães prometem usar a inteligência para não deixar o tetra escapar

Equipe de Löw busca a coroação no Brasil

Por O Dia

Rio - A Alemanha é a água batendo na pedra. Por duas vezes, desviou-se do objetivo, mas persistiu e foi à decisão. Chegar à final da Copa foi um prêmio para a geração de ouro. Mas, para o sonho não escorrer pelos dedos, os germânicos terão que ter aplicação tática e sabedoria contra a garra argentina, neste domingo, no Maracanã. Os hermanos têm sede de título.

Remanescente da geração que começou a ser trabalhada por Klinsmann e que ganhou continuidade com Joachim Löw, o volante Bastian Schweinsteiger, 29 anos, mostra ansiedade, mas confia na experiência do grupo para deixar o estigma do ‘quase’ longe da Alemanha.

Alemanha busca primeiro título de geração muito talentosaReuters

“Estamos ansiosos, sim. Há uma alegria que estamos prevendo, mas não há pressão. São muitos jogadores dos 23 que jogaram finais importantes. Todos estão acostumados com decisões por seus clubes”, declarou, ontem, no Maracanã.

Se a Argentina tem Messi, os alemães contam com o talento individual que se soma à consciência tática influenciada por treinadores como Van Gaal e Pep Guardiola. Jogar com inteligência é fundamental diante da raça sul-americana.

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“Acho que temos que ser pacientes. A Argentina tem um time excelente, que merece estar na final. Tem Messi, Di María, Agüero e Mascherano, que é o líder da matilha. Não vai ser fácil enfrentá-los. Mas se conseguirmos empregar astúcia e inteligência, podemos ganhar”, analisou Schweinsteiger.

Neste domingo, em São Januário, o zagueiro Jérôme Boateng participou da atividade e vai jogar a decisão, garantindo força máxima à Alemanha.

Preparados para encarar os pênaltis

O técnico Joachim Löw espera uma vitória no tempo normal. Mas garante que sua equipe está preparada para ir aos pênaltis. Ele até exibiu um pedaço de papel, com o que seria a ‘cola’ dos prováveis batedores da seleção argentina.

“Queremos decidir antes. A disputa por pênaltis depende de tantas coisas. É uma enorme pressão. Isso envolve todos os jogadores. Então, sim, tentamos analisar as situações.
Analisamos os cobradores, temos jogadores também que mudam o canto da cobrança sempre. É claro que já fizemos análise das tendências e preferências deles nos pênaltis”, frisou.

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