Em clima de paz, torcedores de diversas nacionalidades brincam no Maracanã

Pessoas de todos os países do mundo estão no estádio para curtir a final entre Alemanha e Argentina

Por O Dia

Rio - O clima do lado de fora do Maracanã foi de paz e de muita mistura cultural. Se brasileiros e argentinos ficaram se provocando, colombianos, mexicanos, americanos e muitos outros aproveitaram para se divertir e curtir a final.

Maracanã vive uma diversidade de culturas na final da CopaHugo Perruso

Um grupo de colombianos que acompanhou as duas semifinais queria ver o Brasil na final, mas ficou satisfeito com Alemanha e Argentina.

"Achamos que seria o Brasil, só que a derrota para a Alemanha foi decepcionante. Na verdade queríamos a Colômbia, mas a arbitragem foi terrível nas quartas", disse Flaminio Alvarez, que aposta em vitória da Argentina. " Vai ser 2a1", garantiu. 

Até mesmo os brasileiros estavam com o coração dividido sobre quem torcer na final da Copa. 

"Meu pai é argentino e minha mãe brasileira. Hoje tenho que torcer pela Argentina", disse sem nenhuma convicção o torcedor Felipe Alejandro Marquesine, de 12 anos. "Tenho e devo torcer por eles, caso contrário não volto para casa. Fiquei triste pela eliminação do Brasil queria muito que a final fosse contra eles, mas não deu", lamentou.

Brasileiro filho de argentino está dividido sobre quem torcer na final da Copa do MundoMarcia Vieria

De longe o pai, argentino de nascimento e de coração provocava o filho.

"É verdade, se ele não torcer pela Argentina não volta para a casa hoje. Ele ainda não paga as contas", gargalha. "Sei que ele está triste pelo Brasil, mas hoje se Deus quiser metade do coração dele vai ficar mais feliz. Vamos ser campeões do mundo no Brasil", garantiu Oscar Alejandro

Os irmãos 'Pulga', também deixaram Santiago com o coração dividido.

"Sou chileno, mas hoje vou torcer pela Argentina. Vai ser 1 a 0. Será a copa do Mascherano", previu Samuel Pulga sob o olhar de censura do irmão.

"Não gosto da Argentina. há muita rivalidade. Hoje sou Alemanha desde pequeninho", garantiu Nicolas Pulga,33 anos,

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