Ministro do Esporte defende eventos e argumenta com criação de empregos

Aldo Rebelo ainda garante que verba de outros setores não foi utilizada para realizar a Copa das Confederações e Mundial

Por O Dia

Rio - O balanço da primeira fase da Copa das Confederações ficou em segundo plano. A coletiva com secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, o ministro do Esporte Aldo Rebelo e o executivo do Comitê Organizador Local (COL) Ricardo Trade teve como assunto principal argumentos que defendem os eventos no país. Recentemente, a competição sofre a ira de protestos pelo Brasil.

Ao lado de Valcke%2C Rebelo defende eventos no BrasilEfe

"Foram criados mais de 24 mil empregos para a Copa das Confederações em torno dos seis estádios prontos para a competição", disse Rebelo, que acrescenta que a verba de outros setores não vem sendo usadas para ajudar na construção de estádios:

"Só no orçamento de 2013 foram R$ 177 bilhões para saúde e educação. O orçamento do Ministério dos Esportes é mais ou menos 1% disso, incluindo os recursos destinados às rubricas de Copa do Mundo e Olimpíadas. Não há desvio de recursos dessas áreas para construção de arenas. Investimentos em educação triplicaram de 2007 a 2013, foram R$ 311,6 bilhões, em saúde mais do que dobraram, foram R$ 447 bilhões."

Valcke fez questão de dizer que não há possibilidade de a Fifa tirar a Copa do Mundo do Brasil, algo ventilado nos últimos dias. O dirigente tentou se limitar a assuntos relacionados à competição e exaltou a Copa das Confederações.

"Temos grandes números no torneio. Neymar é o goleador mais novo, temos 58 gols no torneio. Obrigado, Taiti. Mas, mesmo sem o Taiti, a média é muito boa. Além disso, os quatro semifinalistas são campeões mundiais. Isso é muito importante", disse Valcke.

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