Por pedro.logato
Rio - Ele chegou para ser a grande estrela rubro-negra na temporada. No entanto, quase três meses depois, sem brilho, Carlos Eduardo ainda não justificou o grande investimento feito pelo Flamengo em sua contratação e virou reserva da equipe comandada por Jorginho.
Foram apenas seis jogos pelo time, nenhum gol marcado e nem sombra dos dribles que o levaram a seleção brasileira. Se as atuações não convencem os torcedores, o técnico Jorginho ainda não o vê capaz de uma vaga entre os onze titulares. Com salários em torno de R$ 600 mil (incluindo imagem e luvas), o meia deixou o rótulo de maior contratação da temporada e luta para não ser o fiasco do ano.
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A camisa 10 com a qual foi apresentada, agora é de Gabriel. A posição, Carlos Eduardo perdeu para Renato Abreu que pede paciência com o jogador que veio do futebol russo.

“É difícil responder sobre outros jogadores, mas cada um tem uma maneira de pensar e agir. Ele ficou muito tempo parado. Teve duas lesões graves e depois voltou ao Brasil, que tem um ritmo totalmente diferente de lá de fora”, explicou Renato Abreu, que confia na volta do jogador que brilhou no Grêmio, Hoffenheim e Rubin Kazan.

Carlos Eduardo vive dilema no FlamengoDivulgação

“Depende só dele. Acho que a cada dia trabalhando vai voltar a ser o que era e o grupo está do lado dele para ajudar nessa caminhada”.

Para o jogo desta quarta-feira, contra o Campinense, em Juiz de Fora, Carlos Eduardo será novamente opção no banco de reservas. O Flamengo vai nesta terça para Juiz de Fora, onde reconhecerá o gramado.

Problema judicial
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O patrocínio com a Caixa Econômica Federal começa a dor de cabeça ao Flamengo. A juíza federal Marciane Bonzanini, do Rio Grande do Sul, incluiu o Flamengo entre os réus do processo movido pelo advogado Antônio Beiriz. O advogado entrou na Justiça querendo impedir que a Caixa patrocine o Corinthians alegando que o banco utiliza recursos públicos e está patrocinando uma entidade privada.