Por pedro.logato

Rio - Há 15 dias de voltar a disputar Campeonato Brasileiro, o Flamengo ainda não sabe onde vai receber seus jogos. Após viajar por cinco cidades, ter seu desempenho abalado pelo desgaste físico e perder as duas partidas em que atuou como mandante — para Ponte Preta, em Juiz de Fora, e Náutico, em Florianópolis — o elenco aguarda pelo anúncio da “nova casa” do clube durante competição.

Mano conversa com comissão técnicaDivulgação

Ciente da queda de rendimento do Flamengo por causa da rotina de viagens, Elias admitiu que o fato de o time não ter um lugar fixo para mandar seus jogos pode sacrificar o grupo no decorrer da temporada.

“É ruim não ter uma casa definida. Não sabemos o que vai acontecer com o Maracanã. Tem sido um sacrifício tremendo. Estamos jogando longe dos torcedores que nos acompanham diariamente, mas temos que dar o máximo, independentemente de onde for”, afirmou o volante.

Concentrado no amistoso com o São Paulo, sábado, em Uberlândia, o elenco rubro-negro tenta não pensar no problema, mas vive a expectativa de atuar jogar no Maracanã após o término da Copa das Confederações. Elias, porém, lembrou que, independentemente da possibilidade de o Flamengo usar o estádio, é necessário uma boa avaliação da qualidade dos gramados.

“O principal é jogar em um campo bom. Em Volta Redonda e Juiz de fora não estava bom quando jogamos. Sabemos que o apoio do torcedor do Flamengo é incondicional em qualquer lugar”, disse o camisa 8 rubro-negro.

Você pode gostar