Rio - Carlos Eduardo sofreu em 2013 com as vaias dos torcedores do Flamengo, que esperavam ver o mesmo jogador dos tempos do Grêmio. Sem a velocidade de antes, Carlos Eduardo conseguiu ser titular, mas não foi bem aceito. Em 2014, seu principal objetivo é ter o carinho da galera.
“Eu era um jogador rápido. Mas perdi velocidade e confiança, demorei para entrar no eixo no Flamengo, mas melhorei aos pouquinhos. Fui importante para o grupo, mas sei que posso render mais. Hoje sou um jogador de dois toques na bola, não procuro contato, porque ainda não tenho total confiança. A torcida pegou no meu pé talvez por causa disso também. Às vezes pego a bola e toco para o lado para dar uma cadenciada”, admitiu o jogador em entrevista à Rádio Globo.
Já Elias continua longe. Em Portugal, o pai do jogador, Eliseu Trindade, encontrou-se com o presidente do Sporting, mas o volante segue distante da permanência na Gávea, já que os portugueses pedem R$ 27,2 milhões por 50% dos direitos econômicos. O jogador volta a treinar neste sábado com o time português.
“Estou disponível e motivado para mostrar o meu potencial. Não sei o que vai acontecer, mas agora estou pensando em cumprir o contrato. O Sporting rejeitou a proposta do Flamengo. Mas até 31 de janeiro tudo pode acontecer”, disse Elias ao jornal "A Bola".