Flamengo não joga a toalha

Jorge volta da Seleção sub-23 e quer a Libertadores

Por O Dia

Rio - O lateral-esquerdo Jorge retornou da Seleção olímpica trazendo otimismo na bagagem. O jovem treinou com a equipe na manhã de ontem, no Ninho do Urubu, e demonstrou confiança de que o Flamengo, em 11º lugar, com 47 pontos, ainda tem ambições no Brasileiro. Uma vitória sobre o quarto colocado, o Santos, amanhã, diminuirá a diferença de sete pontos que separa as duas equipes na tabela e vai recolocar o Rubro-Negro na briga por vaga na Libertadores.

LEIA MAIS: Notícias, contratações e bastidores: confira o dia a dia do Flamengo

Flamengo ainda crê em vaga na LibertadoresGilvan de Souza / Flamengo / Divulgação

“O jogo será importante para buscarmos três pontos na Vila Belmiro. Ainda pensamos em buscar a vaga na Libertadores. É possível. Queremos fazer o maior número de pontos para conseguirmos atingir o nosso objetivo”, afirmou Jorge, convicto: “Temos que pensar mais na gente e esquecer dos demais times.”

Com o lateral-esquerdo no time titular, o técnico Oswaldo de Oliveira comandou ontem treino tático que teve como destaque o goleiro reserva Cesar e o atacante Kayke — autor do gol da vitória dos titulares, por 1 a 0.

O Flamengo foi escalado com Paulo Victor, Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Jonas, Márcio Araújo e Alan Patrick; Everton, Kayke e Gabriel. O atacante Emerson Sheik não foi a campo e ficou apenas na academia. Segundo a comissão técnica, a condição física dele não preocupa para a partida de amanhã.

REFORÇOS EM PAUTA

O Flamengo não espera o fim do Brasileiro para buscar reforços no mercado nacional. Nomes são especulados na Gávea e alguns já foram sondados pela diretoria. O lateral-direito Bruno entrou na pauta, mas o negócio é considerado complicado. O jogador do São Paulo não deseja se transferir agora e o clube paulista pedirá compensação financeira.

Ganso é outro são-paulino que interessa, mas é considerado muito caro. O goleiro Alex Muralha, do Figueirense, também está na mira, mas o clube busca uma forma de convencer os catarinenses a liberá-lo.