Flamengo sonha com Conca para disputa da Libertadores de 2017

A negociação, no entanto, não será simples. O meia renovou contrato com o Shanghai SIPG, em maio, por dois anos

Por O Dia

O meia argentino é ídolo da torcida do Fluminense Divulgação

Rio - O Flamengo sonha ter Conca para a disputa da Libertadores de 2017. O meia argentino, que trabalhou com o diretor-executivo de futebol Rodrigo Caetano, é desejo antigo do Rubro-Negro. Se parecia que não haveria muito barulho dentro das contratações pontuais que o clube pretende fazer, a chegada do jogador, ex-Vasco e Fluminense, pode quebrar as vidraças do futebol brasileiro.

“O silêncio que precede o estrondo”, postou no Twitter um enigmático Marcos Motta, advogado de Conca, que está na Suíça.

A negociação, no entanto, não será simples. O meia renovou contrato com o Shanghai SIPG, em maio, por dois anos. E é sabido que as cifras que orbitam o futebol chinês são astronômicas em comparação aos valores que costumam rondar o mercado brasileiro. Além disso, há uma preocupação do departamento de futebol do Flamengo com uma lesão sofrida por Conca no joelho esquerdo, em agosto deste ano. 

“Não falamos de nome, até para não criarmos falsas expectativas. Aqui é tudo muito profissional, nossa responsabilidade é muito grande”, afirmou Rodrigo Caetano.

REFORÇO CERTO PARA 2017

Na linguagem cautelosa de Rodrigo Caetano, quando um reforço está ‘bem encaminhado’, é porque só faltam pequenas burocracias para a assinatura de contrato. E assim Rodrigo Caetano tratou o caso de Miguel Trauco, lateral-esquerdo titular da seleção peruana. O compatriota de Guerrero já fala como jogador rubro-negro à imprensa de seu país.

“É meu primeiro passo no exterior e tomara que tudo saia bem. É um grande presente de Natal. Quero triunfar neste novo desafio para mim. O Flamengo é um grande de América do Sul, é o clube com mais torcedores no mundo”, celebrou, em entrevista ao jornal ‘Líbero’.

Marinho, atacante do Vitória, e Rômulo, volante do Spartak Moscou, também negociam com o Flamengo. Sobre eles, a diretoria rubro-negra sustenta a política de manter sigilo. O objetivo é evitar o aumento da concorrência e, consequentemente, dos valores envolvidos.