Por pedro.logato
Rio - Com os três dias de folga, os hematomas e as dores causadas pela violência do Emelec sumiram na reapresentação do elenco do Fluminense. Um dos mais caçados na vitória por 2 a 0 em São Januário, Wagner usou o tempo livre para se recuperar das pancadas, mas já se prepara para receber muito mais, de “preferência” até a final da Libertadores.
Sabedor de que, historicamente, os jogos decisivos da competição tendem a ser mais violentos, Wagner incorpora a força do time de guerreiros para superar as dores e seguir em frente.

“Quanto mais porrada e cicatriz, melhor. Significa que estamos indo mais longe na competição. Só não pode haver violência ou lesão grave. Os jogos ficarão ainda mais complicados, pegados e disputados”, disse Wagner.

Wagner espera confronto duro na LibertadoresDivulgação

Depois de encarar o Emelec, que teve dois jogadores expulsos, o Fluminense corre o risco de pegar outra equipe que bate muito, caso o Tigre passe pelo Olimpia. Um problema? Não para Wagner, que até prefere um adversário desse tipo.

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“Seria melhor pegar uma equipe que bate mais. Com nossa qualidade e jeito de jogar, podemos tirar jogadores da partida. Medo não temos, respeitamos e enfrentamos de peito aberto. Se o time bate, vamos para o drible para tentar um cartão vermelho de alguém e ter vantagem numérica”, disse Wagner.
APELO POR SÃO JANUÁRIO
Sem saber onde vai mandar seu jogo pelas quartas de final se o adversário for o Tigre, o Flu não descarta fazer um apelo à Conmebol para pedir que a entidade peça à Fifa a liberação de São Januário para o dia 29. Nesse dia, o estádio já será exclusivo para a Copa das Confederações e o Fluminense teria de decidir a vaga fora do Rio.
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No jogo de ida, no dia 22, o time estreará a camisa com o escudeto de campeão brasileiro de 2012.