Por fabio.klotz

Rio - O futebol alegre cobrado pelo técnico Abel depende, em parte, da evolução de Wellington Nem. Após um 2012 excepcional, quando chegou a ser convocado para a Seleção e ficou entre os melhores do Brasileiro, o atacante convive atualmente com lesões e a desconfiança da torcida. Dois quilos mais magro e livre de problemas físicos, o atacante está otimista e quer ajudar a equipe do Fluminense contra o Olimpia, nesta quarta-feira, pela Copa Libertadores. A missão do Tricolor é mostrar força no ataque, mas sem se descuidar da defesa em São Januário.

Wellington Nem é uma das esperanças do FluminenseDivulgação

“Foi como o Abel falou: melhor um 0 a 0 do que um 2 a 1. Eu prefiro fazer logo 3 a 0 e vencer bem”, afirmou Nem.

“Acho que este é meu ano e estou bem preparado para esse jogo contra o Olimpia. Devido às lesões, tive pouco tempo para treinar, mas agora estou pronto”, afirmou o jovem de 21 anos.
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O fato de jogar em casa a primeira partida das quartas de final é visto como decisivo para as pretensões tricolores na competição. Por isso, não levar gols torna-se uma obrigação. Marcar será uma responsabilidade.
“A equipe está tranquila, consciente de que precisa se ajudar na defesa e depois jogar quando estiver com a bola. Vamos atuar com alegria, em busca do resultado”, afirmou o lateral-direito Bruno.
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“Trabalharemos como um time copeiro, concentrado”.
O técnico Abel Braga assinou embaixo o discurso, pediu aplicação tática, principalmente na defesa, e confirmou três atacantes na equipe. Nem, Fred e Rhayner foram os escolhidos. De resto, o time é o mesmo que venceu o Emelec, na semana passada.
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COM A FORÇA DA GALERA
Outro fator que pode deixar o Flu mais perto da semifinal é a força da galera. Quem for a São Januário precisa abraçar o time, como pedem os jogadores.
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“A gente entra para fazer o melhor, ninguém joga de sacanagem. Espero que a torcida abrace a gente como fez com o Carlinhos”, pediu Bruno, carente de apoio.
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