Tricolor de Coração, Rogério Skylab crê no pentacampeonato brasileiro

Músico acredita que o Flu vive um momento mágico na sua história

Por pedro.logato

Rio - Ainda dividindo as atenções com a Libertadores, o Fluminense, atual campeão brasileiro, chega a disputa do nacional de 2013, buscando sua quinta conquista. Com a manutenção das principais peças do tetra, o Tricolor se mantém como uma das principais forças da competição.

Skylab com a camisa do FluminenseReprodução Internet

Um dos tricolores ilustres, o músico Rogério Skylab acredita que apesar da briga em duas frentes, o Fluminense tem totais condições de ser pentacampeão brasileiro.

''Seremos pentacampeões, doa a quem doer. Está nas escrituras, nas profecias de Nostradamus, no enigma da esfinge, nos búzios, no jogo do copo e no mapa astral. O grande mérito da equipe tricolor sempre foi dosar experiência e juventude. Wellington Nem e Fred que o digam.'', afirmou o músico, que destaca o atual momento do Tricolor, que tem três jogadores atuando pela seleção brasileira.

''Se a gente pensar bem, não é essa uma situação muito comum na história do Fluminense. Se está acontecendo agora é porque, independentemente de técnico, temos indicado uma direção ao futebol brasileiro, de eficiência e equilíbrio'', opinou.

Apesar disso, Skylab admite que o Tricolor tem alguns defeitos que precisam ser corrigidos para que a equipe não passe por tantos apuros nesta temporada.

''Defeitos temos muitos. A começar pela zaga de área. Leandro Euzébio me levará ainda a um ataque cardíaco, isso é certo. Gum não fica atrás. Desde a saída de Thiago Silva, existe um vácuo na equipe que chega a ser surpreendente como conseguimos, apesar disso, faturar tantos títulos'', disse.

Tricolor fanático desde criança, o músico disse que sua escolha pelo Fluminense se deve muito a sua origem italiana. Segundo o músico, seria algo bastante comum para os descendentes do país torcerem pelo Flu, por conta da semelhança de cores. Porém, o que fascina mesmo Skylab é a história do clube das Laranjeiras.

''Sou carioca da gema e vou ao Maracanã desde os 5 anos de idade. Cheguei a pegar o Castilho no gol. Jogadores míticos como Pinheiro, Assis, Denilson, Samarone, povoam a minha imaginação. A máquina tricolor, produzida pelo Francisco Horta, não era nada perto desses jogadores citados. Cheguei a levar ao meu programa no Canal Brasil (Matador de Passarinho, toda segunda-feira, à meia-noite), o ponteiro esquerdo Lula: outro jogador que faz parte da essência tricolor. As minhas leituras de Nelson Rodrigues solidificaram essa paixão'', concluiu.

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