Por felippe.franco

Rio - Virar a página da eliminação na Taça Libertadores e fazer as pazes com os torcedores. Estes são os objetivos do Fluminense, neste domingo contra o Criciúma, às 18h30, em Macaé.

Pressionado por parte da torcida — que ontem foi até a sede do clube protestar contra a má fase do time —, o Tricolor tenta driblar a ausência de seus principais jogadores e iniciar a caminhada rumo ao pentacampeonato brasileiro.

“Pelo time que temos, entramos em todas as competições para ser campeão. Queríamos isso na Libertadores, mas infelizmente não deu. Mas somos os atuais campeões brasileiros e vamos lutar com todas as forças para conquistar o pentacampeonato”, afirmou Samuel.

Samuel quer equipe do Fluminense focadaDivulgação

Sem esconder o jogo, o camisa 31 admitiu que o grupo tricolor ainda está abalado por deixar a Libertadores. No entanto, ele destacou o apoio que está recebendo dos jogadores mais rodados.“A equipe do Fluminense é experiente. E eles passam isso para os mais jovens. Eliminação e derrota são coisas que acontecem no mundo do futebol. A vida não é feita só de vitórias”, lamentou o atacante.

Concentrado no jogo contra o time catarinense, Samuel preferiu não falar sobre o protesto torcida. Ele, porém, concorda com a postura da diretoria, que blindou os atletas e não permitiu a entrada dos cerca de 30 torcedores nas Laranjeiras durante o treino de ontem.

“A torcida é assim mesmo. O papel é apoiar, mas a crítica é um direito deles também. Nós temos de jogar bola. Eu tento não trazer este protesto para cá porque isso pode me atrapalhar. O importante é ser algo pacífico”, afirmou Samuel, que mais uma vez, se disse pronto para substituir Fred: “Ele é uma grande jogador, um ídolo, mas tento me preparar muito bem para suprir a falta dele”.

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