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Atacante Michael é punido por 16 meses, mas pode ter pena reduzida à metade

O jogador precisará comprovar mensalmente que está se tratando da dependência

Por elisa.souza
Publicado 05/09/2013 19:22 | Atualizado 05/09/2013 19:54

Rio - Nesta quarta-feira, o STJD tomou a decisão sobre a pena do atacante Michael. Fixada em 16 meses, a punição poderá ser reduzida à metade, caso o jogador prove, a cada mês, que está em tratamento para combater o vício em cocaína. A substância foi detectada no exame antidoping depois da vitória de seu time por 2 a 0 sobre o Resende, em abril deste ano, em um jogo válido pelo Campeonato Carioca. 

A decisão foi tomada com quatro votos a favor da punição de 16 meses contra dois votos pedindo a punição mais longa, de dois anos. Os pais e a irmã do jogador acompanharam o atacante ao tribunal, Michael permaneceu sério o tempo todo. O jogador chegou a chorar em alguns momentos, como quando o advogado do Fluminense, Mário Bittencourt, tomou a palavra. Ao fim do julgamento, o jogador estava aliviado com a redução de sua pena.

Michael pode conseguir redução de até metade de sua punição Uanderson Fernandes / Agência O Dia

Paulo Schimitt, procurador-geral do STJD, defendeu que o jogador deveria ser punido pelo uso da substância, mas que, acima e mais importante que isso, ele deveria buscar a recuperação da dependência química. O ex-médico do Fluminense, Michael Simoni e o psiquiatra Gabriel Bronstein, responsáveis pelo jogador, ajudaram a esclarecer dúvidas sobre o processo.

Os profissionais da área médica do Flu explicaram um pouco os efeitos da cocaína. O psiquiatra do atleta declarou que o jogador tem se tratado e que sua recuperação tem acontecido de maneira gradual e contínua.

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  • Por elisa.souza
    Publicado 05/09/2013 19:22 | Atualizado 05/09/2013 19:54

    Rio - Nesta quarta-feira, o STJD tomou a decisão sobre a pena do atacante Michael. Fixada em 16 meses, a punição poderá ser reduzida à metade, caso o jogador prove, a cada mês, que está em tratamento para combater o vício em cocaína. A substância foi detectada no exame antidoping depois da vitória de seu time por 2 a 0 sobre o Resende, em abril deste ano, em um jogo válido pelo Campeonato Carioca. 

    A decisão foi tomada com quatro votos a favor da punição de 16 meses contra dois votos pedindo a punição mais longa, de dois anos. Os pais e a irmã do jogador acompanharam o atacante ao tribunal, Michael permaneceu sério o tempo todo. O jogador chegou a chorar em alguns momentos, como quando o advogado do Fluminense, Mário Bittencourt, tomou a palavra. Ao fim do julgamento, o jogador estava aliviado com a redução de sua pena.

    Michael pode conseguir redução de até metade de sua punição Uanderson Fernandes / Agência O Dia

    Paulo Schimitt, procurador-geral do STJD, defendeu que o jogador deveria ser punido pelo uso da substância, mas que, acima e mais importante que isso, ele deveria buscar a recuperação da dependência química. O ex-médico do Fluminense, Michael Simoni e o psiquiatra Gabriel Bronstein, responsáveis pelo jogador, ajudaram a esclarecer dúvidas sobre o processo.

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