Por rafael.arantes


Rio - Os dias passam e o planejamento para 2014 está praticamente estagnado nas Laranjeiras. Além de ainda não saber em qual divisão irá jogar, o Fluminense continua sem definir um técnico para o próximo ano e segue de mãos atadas. Sem conseguir encontrar um profissional que aceite a nova política salarial, o Tricolor começa a ter Renato Gaúcho como nome forte e nem mesmo Dorival Júnior está descartado para permanecer.

Siemsen tem problemas para organizar o FluAndré Luiz Mello / Agência O Dia

Mal visto pelo grupo político que apoia o presidente Peter Siemsen, Renato Gaúcho é amigo pessoal de Celso Barros e já teria aceito assumir o Fluminense, após encontro com o presidente da Unimed, que pagaria parte dos vencimentos. Mas foi avisado de que a decisão cabe a Peter.

Na tentativa de mostrar independência do patrocinador, o presidente tricolor tem como opções Ney Franco e Cristovão Borges, mas até Dorival Júnior pode ser escolhido se os outros dois pedirem salário alto e Peter não quiser perder a queda de braço com Celso Barros, como aconteceu na contratação de Vanderlei Luxemburgo.

PROTESTOS NO RIO E EM SP
Um grupo de cerca de 50 torcedores foi à sede das Laranjeiras protestar contra a perseguição que o Fluminense tem sofrido por conta do julgamento da Portuguesa no STJD. Eles prometem fazer nova manifestação na sexta-feira, quando o recurso da Lusa será julgado pelo Pleno.

Já em São Paulo, cerca de 200 pessoas ocuparam a Avenida Paulista com cartazes de protesto contra a CBF, o STJD e o Fluminense. Torcedores da Lusa, que tiveram o apoio de representantes dos quatro grandes paulistas, chegaram a queimar camisas tricolores e da Seleção.

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