Por pedro.logato

Rio - A queda de braço entre a diretoria do Fluminense e o presidente da patrocinadora do clube pelo nome do novo treinador do clube ainda não teve fim. O mantadário do Tricolor, Peter Siemsen, ainda não aceitou o nome de Renato Gaúcho, preferido pela Unimed para ser o novo comandante.

Celso Barros e Peter Siemsen tem queda de braço por novo treinadorDivulgação

Em entrevista à Rádio Globo, o presidente da empresa, Celson Barros admitiu que tem um nome de sua preferência, que tinha sido aceito primeiramente, mas afirmou que a escolha final será de Peter.

"Tenho um nome de preferência, mas a escolha vai ser do presidente. Ele disse que daria a decisão, ia anunciar. Já conversamos, nos falou que era o Renato e agora não sei por que essa dúvida toda", afirmou.

Sobre a questão salarial, Celso contou que o Fluminense terá que arcar com alguns custos, porque segundo ele, a patrocinadora já ultrapassou sua cota de investimento no Tricolor.

"O que eu falei foi que se o Fluminense quer fazer sua vontade, vai arcar com suas decisões. Contratou o (Felipe) Ximenes, demitiu o Rodrigo Caetano, e nós já estamos acima do valor de patrocínio, então cabe ao Fluminense, que tem direito de escolher, arcar com custos", disse.

Clube x Patrocinador

O novo conflito entre o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, e o presidente da patrocinadora do clube, Celso Barros, começou quando o clube carioca decidiu escolher o substituto de Dorival Junior, treinador tricolor no fim do Brasileirão. 

O mandatário tricolor é a favor da vinda de Ney Franco, enquanto Celso prefere Renato Gaúcho. Caso Peter escolha o mineiro, a patrocinadora tricolor irá diminuir os investimentos no futebol do clube em 2014.

Esta não é a primeira queda de braço recente entre os dois. Após a demissão de Abel Braga, Celso Barros exigiu a contratação de Vanderlei Luxemburgo. Peter preferia um outro nome, mas acabou cedendo na ocasião.




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