Fluminense busca a reabilitação contra o Colonia

Após derrota para o Bayer, time tenta vencer equipe alemã na Florida Cup

Por O Dia

Estados Unidos - Com a derrota de 3 a 0 para o Bayer Leverkusen, o Fluminense tem poucas chances de de faturar o título da Florida Cup. Na curta turnê nos EUA, os resultados são secundários. Com o cachê de R$ 500 mil, a equipe enfrenta o Colonia, neste sábado, às 18h30 (de Brasília),em Jacksonville, com a preocupação de não queimar etapas na improvisada pré-temporada. Fora na estreia, Fred pode ser preservado mais uma vez para se dedicar aos treinos físicos, uma espécie de trabalho para prevenir lesões.

Sábado, o atacante realizou as demais atividades com o grupo. Ao término, trabalhou separadamente com o preparador físico Rodrigo Poletto. Com sete jogadores recém-chegados, Cristóvão Borges sabe que a falta de ritmo e de entrosamento mais uma vez podem pesar. Capitão na ausência de Fred, Conca acha prematuro realizar cobranças agora.

Fluminense joga contra o Colonia neste sábadoDivulgação

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“Se o primeiro jogo você ganha, vão falar que o time está 100%. Se não ganha, vão falar que ainda falta. O importante é trabalhar bem fisicamente, conhecer os novos companheiros, os que estão chegando de Xerém. Todos têm qualidade, vamos trabalhar, quem chegou e quem subiu vai nos ajudar”, disse Conca.

Ciente da fragilidade física da equipe, Cristóvão mudou os 11 titulares no intervalo contra o Bayer. Embora tenha revelado o primeiro esboço do novo Flu, o treinador não descarta realizar novos testes. No momento, a briga está aberta nas laterais. Reservas no primeiro teste, Igor Julião e Giovanni podem ter hoje uma chance. Marlone também é visto como o jogador capaz de dar velocidade ao time pelas pontas. Meia-atacante de passagem apagada pelo Cruzeiro, ele viveu sua melhor fase sob o comando do técnico no Vasco.

Diretoria não para de buscar patrocínios

Com o salário de dezembro e o 13º atrasados, a diretoria costura acordos para anunciar novos patrocinadores na próxima semana. Após fechar com Viton 44 e Frescatto, o clube explora o espaço que durante 15 anos foi da Unimed. A ideia é arrecadar cerca de R$ 30 milhões anuais e liberar as receitas bloqueadas pela Justiça para ajustar as finanças.

O contrato com a Viton 44 renderá R$ 14 milhões até dezembro. No segundo ano, o reajuste pode chegar a R$ 8 milhões. Pelo acordo de um ano com a Frescatto, que ficará exposta nos ombros da camisa, o clube ganhará R$ 4 milhões. Com mangas e número da camisa ‘livres’, meta é obter novos anunciantes.