Por fabio.klotz
Publicado 19/12/2015 22:33 | Atualizado 19/12/2015 22:33

Rio - A contratação de Diego Souza mostrou a força do Fluminense no mercado e apontou a mudança da política de investimento para 2016. A folga no orçamento para o último ano de mandato do presidente Peter Siemsen recoloca o clube em evidência na janela de transferência. Depois de desbancar Palmeiras, São Paulo e Sport na disputa por Diego Souza, a diretoria tricolor voltou a sonhar alto.

Eduardo Baptista ajuda a montar o Fluminense versão 2016Divulgação

Na mesa de negociações estão os nomes de Erazo (ex-Grêmio), Renato Chaves (Ponte Preta), Rithely (Sport), Erik e Bruno Henrique (Goiás), além do sonho de consumo Wellington Nem (Shakhtar Donetsk). Às vésperas do Natal do ano passado, a diretoria anunciava a chegada dos zagueiros Victor Oliveira e João Filipe, dos laterais-esquerdos Giovanni e Guilherme Santos, dos apoiadores Vinícius e Marlone e do atacante Lucas Gomes.

O fracasso na política de apostas foi evidente com o fraco desempenho do Fluminense no Carioca e no Brasileiro. Guilherme, Marlone e Vinícius foram negociados antes do término do contrato. Dos jogadores que permaneceram nas Laranjeiras, apenas Giovanni se firmou entre os titulares até sofrer uma lesão no joelho direito.

Se o vice de futebol Mário Bittencourt e o gerente de futebol Fernando Simone tiveram carta branca no processo de montagem da equipe este ano, a chegada do técnico Eduardo Baptista "dividiu" os poderes. Com exceção de Erazo, todos os nomes da lista de reforços foram aprovados ou indicados pelo treinador.

“O ano de 2016 é para trazermos reforços de peso, com qualidade. Não virão jogadores para fazerem experiência, mas, sim, para jogar. Queremos trabalhar com um grupo reduzido”, disse Baptista.

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