Fluminense está próximo de assinar contrato de três anos com a Under Armour

Pedro Abad confirmou que as conversas por um novo fornecedor de material esportivo foram encerradas. Nova fornecedora deve ser anunciada nos próximos dias

Por O Dia

Rio - Após vários meses de imbróglio com a Dryworld, o Fluminense enfim deve ter uma nova fornecedora de material esportivo. Na primeira reunião do ano do Conselho Deliberativo Tricolor, o presidente Pedro Abad confirmou que as conversas por um novo fornecedor de material esportivo foram encerradas. Segundo ele, o clube já tem acordo com uma empresa, que não foi revelada.  

A reportagem do DIA, apurou que a norte-americana Under Armour acertou os últimos detalhes com o Tricolor e deve ser anunciada nos próximos dias. O contrato ainda não foi assinado mas somente questões burocráticas separam a assinatura que terá validade de 3 anos. Apesar do acerto, o clube só terá um novo uniforme em maio, na disputa do Campeonato Brasileiro. A empresa norte-americana tem contrato de exclusividade com o São Paulo no Brasil até abril. 

Under Armour será a nova fornecedora do Tricolor Reprodução Internet

Dívida com a Dryworld será cobrada

Durante toda a temporada de 2016, o Fluminense teve problemas com fornecimento de material para seu time profissional. Suas categorias de base ainda jogam com uniformes da Adidas de 2015. Mesma na Copa São Paulo de 2017, os juniores continuam usando a camisa com emblema da Adidas. Além disso, nos últimos seis meses o Flu não recebeu os valores referentes as parcelas de patrocínio no valor de 1 milhão de reais.

Por conta disso, o Flu procurou os canadenses e pediu a rescisão do contrato que foi aceita. A logomarca da empresa já foi até retirada do site oficial do Tricolor. Agora, os dirigentes tricolores entrarão com um processo contra a matriz da empresa, que tem sede no Canadá. 

Na ação, o jurídico do Tricolor irá cobrar o valor de todo o contrato, que ultrapassa os 50 milhões de reais, a multa por quebra de contrato e mais um valor por perdas e danos. Nos calcúlos dos dirigentes, a ação deve ultrapassar os 100 milhões de reais. 

Reportagem de Luis Araujo