Por pedro.logato

Suíça - Da primavera suíça para o outono brasileiro, a chama olímpica finalmente deixou ontem Lausanne em direção ao Brasil, onde hoje começa o revezamento da tocha por mais de 300 cidades, até o dia 5 de agosto. Nos jardins do Museu Olímpico de Lausanne, uma cerimônia marcou a passagem da chama de uma pira para uma lamparina, com a presença de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Organizador Rio-2016, e do alemão Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional.

Bicampeã olímpica%2C Fabiana será a primeira a conduzir a tocha no BrasilDivulgação

O revezamento começa por Brasília, e a instabilidade política do país foi tema de perguntas aos dirigentes em Lausanne. “Há liberdade de opinião e expressão. Estou confiante de que os brasileiros vão respeitar a dignidade da chama olímpica e o que representa, como a tolerância e a não discriminação. A chama não representa uma opinião política de um lado ou de outro. Esses grupos devem expressar suas opiniões, mas não tentar trazer os Jogos para a disputa política do país”, disse Thomas Bach.

Nuzman festejou a chegada da chama ao Brasil como um momento muito esperado. “O espírito da chama olímpica e da tocha é trazer todos a estarem juntos com os Jogos Olímpicos”, destacou.

O trajeto da tocha requer cuidados e é acompanhado de perto por uma equipe. “O nosso êxito é passar pelo Brasil e acender a chama da pira da cerimônia de abertura dos Jogos. Existe uma expectativa, sim”, contou Marco Ferreira Elias, gestor do projeto do revezamento da tocha no Brasil.


A repórter viajou a convite da Nissan

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