Por pedro.logato

Rio - Quando a bola subir às 17h30, na Arena da Juventude, para Brasil x Austrália no torneio feminino de basquete, uma escrita histórica estará em jogo. As brasileiras jamais venceram as adversárias em Jogos Olímpicos. Em seis confrontos foram seis derrotas, sendo duas delas em semifinais (Sydney-2000 e Atenas-2004). Desde 1996 que a Austrália sobe ao pódio na modalidade. Já o Brasil não conquista uma medalha no esporte desde 2000, quando foi bronze.

“Há duas maneiras de você enxergar o jogo contra a Austrália. O retrospecto é totalmente negativo, a conquista de uma medalha da seleção australiana é dada praticamente como certa, mas não vejo muito assim. É melhor você sair jogando na estreia com aquela equipe que você avalia como uma possível derrota do que jogar com ela no final, tendo que vencer para garantir a classificação. Jogar contra a Austrália é bom por um lado, você quebra o gelo da competição, prepara a equipe para os outros confrontos. Então acho que não é ruim”, disse o técnico Antonio Carlos Barbosa.

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Na sequência, o Brasil vai encarar Japão, Bielorrússia, França e Turquia. Para garantir ao menos o quarto lugar no grupo — posição que garantiria certamente um confronto com os EUA nas quartas de final —, a Seleção precisa vencer duas partidas.

Atual campeã sul-americana, a Seleção feminina conta com atletas de apenas quatro equipes: Chicago Sky (EUA), Sampaio Corrêa, América-PE e Corinthians/Americana.

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