Por pedro.logato

Rio - A pivô Fabiana anunciou antes dos Jogos Olímpicos que esta seria sua última competição como jogadora de handebol. Porém, toda a magia da Rio-2016 fez com que a capitã balançasse na sua decisão, que admite rever ao fim do torneio.

"Anunciei minha parada após a Olimpíada, mas é uma coisa que vou pensar só depois. Se pensar nisso aqui não vou parar nunca, vou morrer dentro de quadra, se possível", afirmou Fabiana, admitindo que a torcida tem seu papel nesse sonho que vem sendo os Jogos Olímpicos.

Brasil passou fácil pela RomêniaFlavio Florido/Exemplus/COB

"Nossa torcida está sempre coma gente. Na vitória e na derrota. Só tenho palavras de agradecimento. Eles motivam a gente mesmo quando jogamos mal. São nosso oitavo jogador. Esse ambiente nunca vi em nenhum lugar e olha que já rodei nesse mundo. Não tem igual", afirmou a jogadora de 35 anos.

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Expulsa ainda no primeiro tempo da vitória contra a Noruega, Fabiana foi fundamental no triunfo sobre a Romênia por 26 a 13 e tirou um peso das costas

"Finalmente hoje deu pra estrear. Comecei agora na Olimpíada e graças a Deus com outra vitória", contou Fabiana, que quer a seleção com os pés no chão no quesito medalha:

"Sonho com a medalha todos os dia. É só baixar a cabeça que eu já sonho (risos). A gente tem que visualizar coisas positivas. O que a gente pensa se torna realidade. Nossos pensamentos e palavras têm muito poder. Temos que estar com os pés no chão. Precisamos classificar e daí sonharemos mais alto. Ainda estamos engatinhando", concluiu.

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