Por pedro.logato

Rio - Em sua primeira participação com equipe completa na história da olimpíada, a ginástica olímpica masculina não ganhou medalha, mas conquistou um honroso sexto lugar com 263.728. A medalha de ouro ficou com o Japão, a prata com a Rússia e o bronze com o China.

Os meninos começaram muito bem a disputa. No primeiro rodízio, as argolas, coube a seu maior especialista, Arthur Zanetti,a melhor nota da equipe, após grande apresentação, 15.566. Ele executou uma série de alto grau de dificuldade e vibrou muito na saída, junto com o estádio, que veio abaixo. A parcial deixou o Brasil em terceiro lugar com 44.332.

Brasil ficou na sexta colocaçãoAlexandre Loureiro/Exemplus/COB

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No segundo aparelho, o salto, Diego Hypolito e Arthur Nory e Francisco Barretto Junior ditaram o ritmo com boas apresentações. Mas a melhor nota foi de Sérgio Sasaki com 15.133. Nas barras paralelas, Sasaki voltou a roubar a cena com uma boa apresentação e saída. Nota 15.133. Já na barra fixa foi de Francisco Barreto a melhor série. Firme, ele realizou movimentos difíceis e teve excelente aterrissagem e ganhou um 15.166 dos juízes.

No solo, o Brasil sofreu a primeira queda com Sasaki, que caiu na finalização de um salto. O erro lhe custou a nota mais baixa da equipe, 12.100. Na sequência, Arthur Nory fez boa exibição, mas pisou fora do tablado e perdeu pontos preciosos. Em seguida, veio Diego Hypólito. Ao ser anunciado foi ovacionado pela torcida. E ele correspondeu exorcizando os fantasmas do passado. Ao contrário dos Jogos de Pequim e Londres, ele fez uma série ousada que terminou em uma boa saída e a nota de 15.133. Quem abriu o último rodízio, o cavalo, foi Sasaki. Ele executou uma série segura e teve boa saída. Depois foi a vez de Arthur Nory e Francisco Barreto que fizeram boas apresentações, mas não o suficiente para o país subir ao pódio. O que deve acontecer nas provas individuais.

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