Brasil resume clima decisivo do clássico com a Argentina: 'É matar ou morrer'

Seleção volta a ficar sob pressão e precisa bater os rivais

Por O Dia

Rio - Matar ou morrer. Jogo de vida ou morte. Ganhar e ganhar. É o resumo, de três jogadores diferentes, do contexto que envolve o clássico entre Brasil e Argentina, neste sábado, às 14h15, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico. Com a derrota para a Croácia, nesta quinta-feira, a Seleção voltou a ficar pressionada e precisa vencer a rival para não ver o sonho de medalha acabar logo na primeira fase.

Nenê avisa%3A Brasil não pode mais cometer errosMarcio Fernandes / Estadão / NOPP

"Jogo decisivo. Agora é matar ou morrer. Temos de jogar o nosso máximo, principalmente na defesa", resumiu o ala Alex.

A receita para ganhar da Argentina é acabar com os altos e baixos. Contra a Croácia, o ataque brasileiro voltou a oscilar, especialmente no segundo quarto, permitindo que o rival abrisse vantagem.

"As coisas não estão fluindo, não estão acontecendo. Estamos alternando muito, nosso estilo de jogo está mudando e não temos tido a percepção de olhar a melhor jogada, o melhor companheiro. O jogo contra a Argentina será de vida ou morte", declarou Marquinhos.

Com uma vitória e duas derrotas no Grupo B da Olimpíada, o Brasil não pode mais vacilar: "Não temos mais tempo de cometer erros. Temos de ganhar e ganhar, ajudar um ao outro a fazer o trabalho certo. Temos de visualizar o próximo jogo. Visualizar a vitória, sair de quadra felizes, porque mentalmente, psicologicamente e espiritualmente isso ajuda muito", encerrou Nenê.

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