Por fabio.klotz

Rio - A febre dos pins já virou uma tradição dos Jogos e, na Rio-2016, não poderia ser diferente. Mais de 50 colecionadores do mundo todo têm um espaço reservado no Parque Olímpico, na Barra, para exibir e trocar seus itens: o Pin Trading Centre.

Centro de troca dos itens agita a OlimpíadaWilliam Lucas / Divulgação Coca-Cola

Carol Lord, de Vancouver, é uma das colecionadoras de pin credenciadas pela Coca-Cola, que se revezam no espaço. Os Jogos de Inverno de Vancouver, em 2010, marcaram o início de sua coleção.

"Tudo começou em minha cidade. Tem sido uma experiência incrível conhecer outros países, cultura... O Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa, tenho conseguido fazer boas trocas", disse Carol, que trouxe na bagagem 1.500 peças de sua coleção pessoal, que é de cinco mil no total.

Carol Lord tem uma coleção de cinco mil pinsWilliam Lucas / Divulgação Coca-Cola

Já Sergio González, de Madri, tem no 'currículo' três Olimpíadas de Verão (Pequim, Londres e Rio) e duas de Inverno (Vancouver e Sochi). "Não tenho certeza de quanto pins tenho, mas acredito que o total é superior a 18 mil. Trouxe oito mil de minha coleção para o Rio. Há pins muito bons, valiosos na cidade", contou.

O Pin Trading Centre foi lançado pela primeira vez nos Jogos de Calgary-1988. Durante a Olimpíada de Barcelona-1992, mais de 500 mil pessoas passaram pelo local e mais de dois milhões de itens foram trocados. Já em Atlanta-1996, o centro teve mais de 1,5 milhão de visitantes.
Os primeiros pins olímpicos eram discos feitos de papelão, criados para identificar atletas, oficiais e jornalistas durante os primeiros Jogos da Era Moderna, em 1896. Em Paris-1900, surgiram os primeiros pins de metal, usados exclusivamente por juízes.

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