Por renata.amaral

Rio - Isaquias Queiroz está mais perto de se tornar o maior medalhista olímpico da história do Brasil em uma edição dos Jogos. Ao lado de Erlon de Souza, o canoísta se classificou para a final do C2 1.000m. A dupla largou bem, manteve o ritmo forte e não deu a menor chance para os adversários. Eles completaram a prova em 3min33s269.

Ao lado de Erlon%2C Isaquias se garante em mais uma final olímpicaAlexandre Loureiro / Exemplus / COB / Divulgação

Com duas medalhas no Rio, uma de prata e outra de bronze, Isaquias pode aumentar seu feito. Se conquistar a terceira, no sábado, ele será o primeiro brasileiro a subir no pódio três vezes em uma mesma edição de Olimpíada.

Pelo regulamento, por ser a primeira colocada, a dupla avançou diretamente para a final da prova - não precisam disputar a semifinal. A decisão acontecerá no sábado, às 9h22, no Estádio da Lagoa.

Isaquias Queiroz exaltou a conquista da dupla e aproveitou para jogar a pressão para o lado dos adversários.

"A gente sabe do nosso potencial e das nossas limitações, temos que estar preparados. Sabemos que o título de atuais campeões do mundo é essencial para deixar a pressão em cima dos adversários. Agora é fazer a nossa parte para dar tudo certo na final", declarou, ao SporTV.

Edson fora do caiaque individual e brasileiros em último no K4

?Antes de Isaquias e Erlon irem às águas da Lagoa, foi a vez de Edson Isaias da Silva buscar uma vaga na semifinal no K1 200m. No entanto, o resultado não foi agradável: foi apenas o sétimo da sua bateria, com tempo de 35s665, e acabou eliminado.

Já no caiaque quádruplo, o Brasil avançou na primeira disputa do dia, mas acabou deixando a competição na sequência. Na classificatória, a equipe brasileira formada por Roberto Maehler, Vagner Junior Souta, Celso Oliveira e Gilvan Ribeiro foi apenas a sexta colocada. Já na semifinal, ficou em último na sua bateria e disputará a final B, que não vale medalha.

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