A Palinha do Apolinho: Urubu não deu moleza

Corinthians e Flamengo fizeram um primeiro tempo nervoso, disputado

Por O Dia

Rio - Corinthians e Flamengo fizeram um primeiro tempo nervoso, disputado. O Timão, bem fechado, com uma recomposição rápida, precisa, procurou explorar os contra-ataques e foi recompensado. Em dois deles, Jô fez dois gols para valer um — o primeiro, mal anulado por impedimento inexistente, e o segundo em mais uma falha de posicionamento da defesa rubro-negra — com a colaboração do estreante Diego Alves. Do outro lado, o Fla não conseguia penetrar. Guerrero deu dois chutes para fora e foi tudo. No segundo tempo, com Arão no lugar de Cuéllar, o Flamengo cresceu, dominou, imprensou o Corinthians no meio-campo e empatou numa cobrança de escanteio em que Juan raspou de cabeça e Réver egou de virada. A pressão continuou e por pouco não saiu o segundo, quando Pedro Henrique rebateu e quase fez contra, ou no gol feito perdido por Diego. O 1 a 1 foi pior para o Flamengo.

SÓ COM ELE

Há quem não acredite em olho gordo. Essa reação do confuso time do São Paulo, virando um resultado de 3 a 1 para 4 a 3, fazendo três gols nos últimos minutos, comprova que existem coisas que só acontecem mesmo com o nosso Botafogo. Nem comento sobre o pênalti fantasma, inventado pelo árbitro, o qual Gatito Fernández pegou. Falo sobre a pane mental que se abateu sobre o time diante do olhar incrédulo do Jair Ventura. Derrota inaceitável e inexplicável.

PEDALADAS

Pista de corrida de Fórmula 1 sem pontos de ultrapassagem, tipo essa de ontem, na Hungria, e a de Mônaco, é como futebol sem bola ou basquete sem as cestas. Um sono só.

A convite do André Rizek e da produtora Fernanda vou estar no Redação Sportv, a partir das 10 horas.

Palmeiras do Cuca começando a reagir no campeonato. Se os problemas internos não atrapalharem, ainda vai fazer fumaça.

BOLA DENTRO

Vencendo o Bahia na Fonte Nova por 3 a 1, o Sport, de Luxemburgo, mostrou progressos. Com 27 pontos, belisca os calcanhares de Flamengo e Palmeiras.

BOLA FORA

Cresce o número de jogadores com lesões musculares, vítimas do calendário do nosso futebol. Sem tempo para trabalhar a parte física, ficam expostos.

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