Por parroyo

O Ibovespa opera volátil nesta terça-feira e, por volta das 13h, subia 0,14%, aos 57.713 pontos. O índice passa por ajuste após a alta de ontem, quando fechou com avanço superior a 1%, puxado pelo papel da Petrobras, que sevalorizou novamente impulsionado por expectativa eleitoral.

O principal índice da Bovespa é pressionado por Petrobras PN, que caía 1,39%, Bradesco PN, com queda de 0,65%, e Itaú PN, que recuava 0,45%. À frente dos ganhos, BR Malls ON subia 3,66%. Na contramão, MMX ON recuava 4,14%.

Na agenda, destaque para a prévia da inflação oficial de julho. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) desacelerou de 0,47% para 0,17%, resultado abaixo da projeção média do mercado, que apontava variação de 0,22%. “Com esse resultado, temos a impressão que as expectativas de inflação vão parar de piorar e até podem ser revistas levemente para baixo pelo Banco Central”, apontou o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, em nota. Perfeito revisou a projeção do IPCA para 2014, de 6,42% para 6,31%.

Nos Estados Unidos, as bolsas sobem em meio à expectativa de um abrandamento nas tensões entre Ucrânia e Rússia e também com o dado de inflação do país, que subiu 0,3% na passagem de maio para junho. A leitura do mercado foi que, embora a tendência seja um acúmulo gradual das pressões inflacionárias, o número não estimula o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) a apressar a subida da taxa de juros. Além disso, a venda de casas usadas subiu 1,3% em junho – o ritmo mais alto de alta dos últimos oito meses.

Por volta das 13h, o Dow Jones subia 0,41%, o S&P tinha alta de 0,55% e o Nasdaq avançava 0,78%.

No mercado de câmbio, por volta das 13h, o dólar caía 0,61%, cotado a R$ 2,21 na venda.

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